Pular para o conteúdo

Ejaculação precoce em homens fálicos narcisistas

Uma perspectiva psicocorporal

Premature ejaculation in phallic-narcissistic men

A psychocorporal perspective


Marcos Roberto Batista
Centro Reichiano · Goiânia-GO · Brasil
José Henrique Volpi
Centro Reichiano · Curitiba-PR · Brasil
Revista Científica Eletrônica de Psicologia Corporal
v. 26 · 2025 · p. 01-09 · e-ISSN 3086-1438
Recebido: 21 mar. 2025 · Publicado: 22 mar. 2025

Resumo

A ejaculação precoce é considerada um dos transtornos sexuais mais comuns entre os homens, sendo definida como um padrão persistente ou recorrente no qual a ejaculação ocorre logo após a penetração e antes da vontade do indivíduo durante a atividade sexual. Sua etiologia é complexa, incluindo fatores biológicos, psicológicos ou uma combinação de ambos. O presente artigo visa abordar psicologicamente o transtorno ejaculatório em homens com caráter fálico narcisista. Buscamos, na Psicologia Corporal reichiana, hipóteses para compreender essa disfunção na dinâmica de vida desses indivíduos, a fim de ajudá-los a ter uma vida sexual mais satisfatória.

Palavras-chave: Ejaculação precoce; Fálico narcisista; Pênis; Reich.


Abstract

Premature ejaculation is considered one of the most common sexual disorders among men and is defined as a persistent or recurrent pattern in which ejaculation occurs shortly after penetration and before the individual wishes during sexual activity. Its etiology is complex, involving biological factors, psychological factors, or a combination of both. This article aims to psychologically address ejaculatory disorder in men with a phallic-narcissistic character. Based on Reichian Body Psychology, we seek hypotheses to understand this dysfunction within the life dynamics of these individuals, in order to help them achieve a more satisfying sexual life.

Keywords: Premature ejaculation; Phallic-narcissistic; Penis; Reich.


A ejaculação precoce é uma disfunção sexual masculina caracterizada pela ocorrência persistente ou recorrente de ejaculação antes do momento desejado, frequentemente com estimulação sexual mínima. Segundo a Sociedade Internacional de Medicina Sexual (International Society for Sexual Medicine), ela é classificada em dois tipos: primária e adquirida.

A ejaculação precoce primária ocorre quando o homem sempre apresentou ejaculação rápida desde o início de sua vida sexual. Já a forma adquirida se manifesta quando o indivíduo desenvolve essa condição em algum momento, após ter vivido períodos de controle ejaculatório normal (Francisch et al., 2011).

A etiologia deste transtorno sexual envolve determinantes orgânicos para a variação da latência ejaculatória, como hipersensibilidade dos receptores de serotonina, hormônios sexuais e reflexo ejaculatório hipersensível. Além disso, questões relacionadas à saúde mental, como depressão e ansiedade generalizada, podem contribuir para o problema, bem como traumas sexuais passados ou experiências sexuais pouco satisfatórias.

Sua fisiopatologia está associada à incapacidade de identificar sensações premonitórias, relacionando-se a desequilíbrios neurofisiológicos. Homens que sofrem de ejaculação precoce podem ter a autoestima e a autoconfiança rebaixadas. Pode haver uma elevação considerável dos níveis de estresse e ansiedade devido à preocupação recorrente com a possibilidade de ocorrer o transtorno no ato sexual. Indivíduos nessa condição podem evitar atividades sexuais, levando ao ostracismo afetivo e comprometendo seus relacionamentos sociais.

Neste artigo, vamos nos restringir aos aspectos psicológicos, buscando na análise corporal de base reichiana fundamentos teóricos e práticos para compreender o transtorno ejaculatório dentro da dinâmica do homem de caráter predominantemente fálico narcisista. Nessa abordagem, questões emocionais e psicossomáticas são investigadas, incluindo ansiedade sexual, que pode ser influenciada por uma série de fatores que envolvem questões emocionais, bloqueios energéticos e tensões musculares.

A nomenclatura “fálico narcisista” é usada na psicologia corporal para caracterizar o indivíduo que busca constantemente comprovar sua “potência” na sociedade, mostrando seu desempenho sexual e profissional na maior parte do tempo.

Segundo Reich (1998, p. 208), “a designação fálico narcisista resultou da necessidade de definir formas de caráter que ficam entre aquelas da neurose compulsiva e as da histeria”, denominação que apareceu pela primeira vez em um trabalho apresentado por Reich à Sociedade Psicanalítica de Viena, em 1926.

Para Reich, o caráter fálico narcisista se diferencia de outros pela autoconfiança, rigidez, alta energia e, por vezes, arrogância. Em contraste, o indivíduo de caráter compulsivo é inibido e depressivo, enquanto o histérico é nervoso e dominado pelo medo. O fator narcísico é destacado na relação com objetos, incluindo o objeto amado, e frequentemente apresenta características sádicas, ainda que disfarçadas.

Sujeitos com traços fálicos não resolvidos e/ou características narcisistas podem experimentar pressão excessiva em relação ao desempenho sexual. Questões não resolvidas na fase fálica podem gerar complexos emocionais e psicológicos que afetam a sexualidade adulta, colaborando para dificuldades no controle ejaculatório.

O narcisismo é uma característica psicológica que envolve um foco excessivo e patológico na própria pessoa, na busca de gratificação do ego e na falta de empatia pelos outros. Na nomenclatura de Navarro (1995), um caráter “fálico narcisista” pode se referir a um indivíduo que coloca grande importância em sua própria imagem, desempenho sexual ou em outras características relacionadas à masculinidade.

Lowen (2017a) utiliza essa expressão para designar um subtipo do que ele chama de traço de caráter rígido. Neste trabalho, não faremos distinção entre os termos, podendo ser usados como sinônimos.

“É um tipo especialmente encontrado entre os militares com aspecto de oficial prussiano, os aviadores, os esportistas, os ‘don juans’ e aqueles indivíduos ostensivamente seguros de si mesmos” (Tallaferro, 1996, p. 248).

Assim, este tipo de caráter se apresenta com os mais elevados padrões de imagem física, como higiene, postura, vestimenta, saúde física e prática esportiva. Gosta de estar sempre no controle de tudo que o cerca, postura que o leva a refutar sua própria natureza, sexualidade e humanidade.

O alto investimento na manutenção de uma autoimagem idealizada leva o narcisista a desconectar sua percepção do corpo e de suas emoções, implicando na renúncia de seus sentimentos. Essa dissociação significa que, para preservar essa imagem, ele renuncia a sentimentos que não se alinham com essa idealização. De acordo com Lowen (2017b), o cerne fundamental do distúrbio da personalidade narcisista é a negação das sensações que conflitam com a construção de sua imagem idealizada. Isso leva a uma vida emocional superficial, reprimindo o verdadeiro eu em prol da manutenção da imagem.

Monreal e Volpi (2023) enfatizam que, quando um indivíduo está identificado com uma imagem, ele passa a ver as outras pessoas como imagens que, em vários contextos, representam aspectos refutados de seu próprio ego. Dessa forma, o narcisista acaba perdendo sua capacidade de discernir o real do imaginário, passando a mentir para si e para os outros. Quando não consegue alcançar o ideal exigido pelo seu ego, reage com agressividade, frieza e sadismo, uma vez que não suporta a ideia do fracasso.

Para compreendermos melhor a gênese dessa personalidade, faz-se necessário conhecer seus padrões infantis, associados ao período edipiano e ao desenvolvimento psicossexual. Geralmente, nessa fase, o genitor do sexo oposto demonstra uma contínua rejeição por essa criança, que acaba direcionando seus impulsos sexuais para ele.

É importante que esse genitor esteja consciente dessa dinâmica infantil e cuide para que seu filho não se sinta rejeitado, usado, punido ou envergonhado por causa de seus impulsos naturais oriundos de suas emoções e sexualidade.

Quando a criança é punida de alguma forma por amar sexualmente alguém com o coração totalmente aberto, ela passa a controlar seus impulsos para se proteger da dor, dissociando seus sentimentos de seus instintos sexuais.

Para não ser rejeitada novamente, procura dominar tudo ao seu redor, construindo uma imagem de perfeição. A fim de agradar o pai, adotará os papéis convenientes para cumprir todas as exigências de seus genitores.

Conforme Sentis (2018, p. 146), “a criança autêntica se vê perdida e extraviada em todo esse imbróglio e eventualmente se torna um ser idealizado e falso para sobreviver e ser aceita”.

Para compensar sua baixa autoestima, o sujeito procura obter o maior número possível de conquistas, títulos e apetrechos que sustentem sua imagem idealizada. No entanto, nada disso o satisfaz, pois esconde um elevado nível de ansiedade social, que muitas vezes o conduz à depressão, ao transtorno de ansiedade generalizada e a vícios que o esgotam a longo prazo (Sentis, 2018).

Seus medos infantis, decorrentes do período edípico, acompanham o narcisista durante toda a vida. Procura seduzir os parceiros com seus atributos físicos e profissionais e, quando consegue dominá-los, abandona-os antes que façam o mesmo com ele. Inconscientemente, reproduz a dinâmica que mantinha com o pai sedutor na infância. Navarro (1995) afirma que os homens se identificam com o próprio falo e que o pênis se torna um instrumento de vingança, semelhante a um punhal.

Segundo Baker (1980), em termos corporais, o indivíduo de caráter fálico é descrito como possuindo uma constituição atlética, com traços faciais masculinos, embora seu rosto possa apresentar aparência feminina. Sua agressividade manifesta-se mais na forma como expressa ou realiza ações do que na substância do que diz e faz. Ele é esquivo, antecipando ataques ao atacar primeiro, utilizando essa agressão como defesa contra a rendição e o medo de ser percebido como fraco.

A ereção fálica representa sua confiança, e a impotência erétil o deixa ansioso, choroso e desamparado. Seu comportamento em relação ao objeto de amor apresenta traços sádicos, enquanto a conotação narcisista de seu amor é mais importante do que a conexão real com o parceiro. À medida que se torna mais neurótico, sua conduta torna-se mais atrevida, transformando sua autoconfiança em arrogância, presunção, frieza e agressividade corrosiva.

Dessa forma, o caráter fálico narcisista utiliza seus genitais como se fossem armas para ferir o outro sexo. De maneira inconsciente, está se vingando do pai que condenou a expressão de sua sexualidade inocente, entremeada com suas emoções. Por ter separado o coração da pelve, seu pênis deixou de ser um órgão de contato, comunicação, fusão e, consequentemente, de amor, para tornar-se objeto de agressão. Nas palavras de Navarro (1995), o homem fálico narcisista não faz amor, mas “fode”.

Conforme Reich (1998), a potência erétil e o interesse sexual desse indivíduo derivam de um menosprezo pelas mulheres, representando uma vingança contra a figura materna. O pênis é utilizado como objeto penetrante em fantasias fálico-sádicas, havendo indivíduos que se orgulham de múltiplas relações em uma única noite ou de causar desconforto à parceira. No entanto, devido ao intenso medo de entrega (angústia de castração), o ato sexual é percebido apenas como uma evacuação, sendo o pênis a única parte do corpo sexualmente carregada.

Indivíduos fálicos enfrentam sérias dificuldades para experimentar o prazer sexual pleno, sendo esse comportamento uma forma de vingança e defesa contra a dor resultante da frustração do amor genital pela mãe.

No homem fálico narcisista ocorrem frustrações com os objetos heterossexuais, tendo a mãe como referência. Essas frustrações estão relacionadas ao empenho de conquistar o genitor do sexo oposto por meio da exibição de seu órgão genital. O menino, frustrado por não conseguir conquistar sua mãe, abandona e introjeta o objeto feminino, voltando seu interesse para o pai, podendo expressar homossexualidade ativa em razão da fatalidade presente.

Nesse contexto, a mãe continua sendo seu objeto de desejo, mas sua expressão ocorre por meio de atitudes narcísicas e impulsos sádicos de vingança (Reich, 1998).

Para Navarro (1995), é nessa caracterialidade que se inserem a maior parte dos homossexuais ativos, paranoicos e sádicos. Uma vez que o fálico narcisista se identifica com seu falo, passa a ter uma grande necessidade de demonstrar sua potência sexual, claramente evidenciada por sua elevada capacidade de ereção. Contudo, como não consegue se entregar ao objeto de amor, não tem condições de desfrutar de uma experiência orgástica satisfatória.

Assim, esse indivíduo considera o ato sexual como uma performance e não como uma expressão de sentimentos pelo parceiro. O sexo se torna, dessa forma, uma vitória para o ego e não um ato de amor. Lowen (1988) afirma que o performer sexual esconde seus sentimentos de ansiedade, hostilidade e culpa por trás de um manto de sofisticação, traduzindo-os no medo do fracasso.

A ejaculação precoce representa uma ameaça ao desempenho sexual do fálico narcisista, colocando em risco sua imagem de perfeição. Ele pode sentir uma pressão intensa para se destacar sexualmente, e essa pressão pode contribuir para a ansiedade relacionada ao desempenho, resultando na ejaculação prematura. Suas características narcisistas também podem estar relacionadas à dificuldade de se conectar emocionalmente com o parceiro.

Nesse sentido, a falta de intimidade emocional pode influenciar a experiência sexual e a capacidade de gerenciar a resposta ejaculatória. Além disso, a fragilidade subjacente ao ego narcisista pode ser exacerbada pela percepção de “falha” na função sexual, aumentando a ansiedade e contribuindo para a precocidade da ejaculação.

Segundo Lowen (1988), a ejaculação prematura decorre da repressão da vida sexual infantil, gerando ansiedade sexual. O ejaculador precoce, do ponto de vista psicanalítico, como já foi mencionado por Reich, possui sentimentos sádicos inconscientes em relação às mulheres. Dessa forma, a ejaculação rápida no indivíduo heterossexual teria o propósito de arruinar a felicidade da mulher e privá-la de prazer.

Por conseguinte, pode-se inferir que o complexo de Édipo não resolvido com a mãe estaria por trás da precocidade ejaculatória, condição que tende a se intensificar com a ansiedade.

Baker (1980) declara que a ejaculação prematura resulta da ansiedade, levando o homem a entrar e sair rapidamente, como se estivesse fugindo com algo roubado. A ansiedade causa contrações durante a excitação sexual, aumentando a pressão e expelindo o esperma sem permitir uma convulsão orgástica completa. O medo mais profundo subjacente seria o receio do pênis paterno na vagina.

De modo inconsciente, o medo e a hostilidade que esse sujeito vivencia em relação a uma parceira específica referem-se a todas as mulheres em geral, cujo protótipo é a mãe. Se, durante a infância, a sensação de amor que geralmente acompanha a satisfação das necessidades básicas da criança por meio da mãe não for atendida, ela poderá desenvolver reações de privação, carência e raiva contra a figura materna.

Lowen (1988) continua afirmando que a repressão de sensações sádicas é responsável pela rigidez pélvica e pela ejaculação precoce daí resultante. Aliado à hostilidade em relação à mulher está o medo da vingança por parte dela, que, em última análise, revela-se como medo da castração.

Para lidar com essas questões, Reich (1998) recomenda o tratamento analítico do caráter fálico narcisista, uma vez que, nesses pacientes, a fase fálica foi inteiramente afetada e a agressão encontra-se relativamente livre. Estabelecer uma potência genital e social é mais viável nesses indivíduos do que em outros tipos de caráter, pois suas dificuldades iniciais podem ser superadas.

Segundo ele, o êxito da análise depende, em grande parte, da capacidade do analista de desmascarar atitudes narcisistas como formas de evitar impulsos passivos femininos e eliminar a vingança inconsciente contra o sexo oposto.

Reich (1975) discute a importância das atitudes musculares no tratamento analítico, indicando que elas oferecem a possibilidade de acessar diretamente os afetos reprimidos. Reitera que a dissolução das tensões musculares crônicas é fundamental no processo de cura, demonstrando a interconexão entre a vegetoterapia e a análise dos traços caracterológicos.

Em seus estudos posteriores, ele associa a pesquisa sobre o orgasmo à descoberta da energia orgônio, abrindo novas perspectivas para a compreensão dos processos vitais e da biogênese. Para ele, o processo vital e a sexualidade estão intrinsecamente relacionados, ampliando os horizontes da Psicologia para a Biofísica e culminando no enigma do amor como pilar essencial da existência humana (Reich, 1975).

Acompanhando essa linha de raciocínio, Lowen (1988) acredita que a precocidade da ejaculação pode ser resolvida por meio do trabalho analítico que investiga a ansiedade de castração e possibilita a descarga da hostilidade reprimida contra a figura feminina. As intervenções corporais adequadas dissolveriam as tensões musculares das costas e da pelve, permitindo o livre fluxo da energia vital pelo corpo do homem.

Conclui-se que diversas são as causas do transtorno ejaculatório, incluindo fatores biológicos, como problemas hormonais, distúrbios neurológicos e inflamação da próstata, além de estresse, ansiedade, depressão, preocupações com o desempenho sexual, abuso de substâncias químicas, consumo excessivo de álcool e tabagismo.

O indivíduo fálico narcisista, caracterizado por um ego inflado, necessidade excessiva de admiração e dificuldade empática em relação às outras pessoas, frequentemente procura provar seu valor por meio do sucesso profissional e de um desempenho sexual impecável. A pressão autoimposta para corresponder às suas elevadas expectativas pode gerar ansiedade e estresse, fatores que contribuem para a instalação da ejaculação precoce.

Nossa investigação também mostrou que a natureza multifacetada da ejaculação precoce exige que seu tratamento envolva abordagens psicológicas, médicas ou uma combinação de ambas. A análise corporal reichiana pode oferecer benefícios no enfrentamento dessa condição ao enfatizar a conexão entre mente e corpo, buscando liberar tensões musculares e energéticas associadas a conteúdos emocionais reprimidos.

Tensões na região pélvica e em outras partes do corpo masculino podem ser trabalhadas com o objetivo de promover uma resposta sexual mais equilibrada.

Apesar de todo o arcabouço teórico apresentado neste artigo, a pesquisa constatou a escassez de uma literatura sólida sobre o tema proposto, principalmente no âmbito da psicologia corporal de base reichiana. Os estudos existentes encontram-se desatualizados e carecem de relatos clínicos significativos.

Espera-se que outros pesquisadores se interessem pelo assunto e contribuam para o aprofundamento e a consolidação do conhecimento acerca de uma questão tão relevante na contemporaneidade: a ejaculação precoce.

Referências

BAKER, E. O labirinto humano: causas do bloqueio da energia sexual. São Paulo: Summus,
1980.
FRANCISCHI, F. et al. Ejaculação precoce: existe terapia eficiente? Einstein, v. 9, n. 4, p.
545-549, 2011.
GOLDMAN, J. Fundamentos da Clínica Reichiana: da psicanálise à orgonomia. v. 1. Curitiba:
Appris, 2020.
LOWEN, A. Amor e orgasmo. 4. ed. São Paulo: Summus, 1988.
LOWEN, A. Bioenergética. 12. ed. São Paulo: Summus, 2017a.
LOWEN, A. Narcisismo: a negação do verdadeiro self. São Paulo: Summus, 2017b.
MONREAL, J.; VOLPI, S. Uma visita ao caráter narcisista de Alexander Lowen. In: CONGRESSO
BRASILEIRO DE PSICOTERAPIAS CORPORAIS, 26, 2023. Curitiba. Anais. Curitiba: Centro
Reichiano, 2023.
NAVARRO, F. Caracterologia pós-reichiana. São Paulo: Summus, 1995.
REICH, W. A função do orgasmo. 9. ed. São Paulo: Editora Brasiliense, 1975.
REICH, W. Análise do Caráter. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
SENTIS, V. Terapia corporal: emocional neorreichiana. São Paulo: Gran Sol, 2018.
TALLAFERRO, A. Curso básico de psicanálise. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Sobre o(s) autor(es)

Marcos Roberto Batista

Licenciado em Ciências. Mestre em Geometria e Topologia (UFG). Doutor em Análise Matemática (UFG). Especialista em Psicanálise (IPOG). Especialista em Sexologia e Terapia Sexual. Cursando Especialização em Psicologia Corporal, pelo Centro Reichiano, Curitiba/PR. Atualmente, é professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás, Câmpus Goiânia – GO. marcos.batista@ifg.edu.br

José Henrique Volpi

Psicólogo (CRP-08-3685), Especialista em Psicologia Clínica, Anátomo-Fisiologia, Hipnose Ericksoniana, Psicodrama e Brainspotting. Psicoterapeuta Corporal Reichiano, Analista psico-corporal Reichiano formado com o Dr. Federico Navarro (Vegetoterapia e Orgonoterapia). Especialista em Acupuntura clássica e Método Ryodoraku (eletrodiagnóstico computadorizado de medição da energia dos meridianos do corpo). Mestre em Psicologia da Saúde. Doutor em Meio Ambiente e Desenvolvimento. volpi@centroreichiano.com.br

Como citar este artigo:

BATISTA, Marcos Roberto; VOLPI, José Henrique. Ejaculação precoce em homens fálicos narcisistas. Revista Científica Eletrônica de Psicologia Corporal, Curitiba, v. 26, p. 01-09, 2025. e-ISSN 3086-1438. Disponível em: https://centroreichiano.com.br/artigos/ejaculacao-precoce-em-homens-falicos-narcisistas/. Acesso em: 01/06/2026.