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Revista Científica Eletrônica de Psicologia Corporal
Volume 4 • Ano 2003

SOBRE ESTA EDIÇÃO

É com grande satisfação que apresentamos o Volume 4 (2003) da Revista Científica Eletrônica de Psicologia Corporal. Este número reafirma o compromisso da revista em consolidar-se como um espaço de reflexão, produção científica e divulgação de práticas que valorizam a integração entre corpo, mente e emoção.

Nos primeiros anos de sua trajetória, a revista buscou reunir artigos que abordam de maneira crítica e rigorosa os diversos aspectos da Psicologia Corporal, fortalecendo o diálogo entre teoria e prática.

Este volume dá continuidade a essa proposta, com contribuições que exploram as dimensões biológica, emocional e relacional do corpo humano, bem como seu papel na construção da experiência subjetiva.

Os trabalhos incluem discussões sobre abordagens terapêuticas corporais, integração psicofísica, estudos de caso clínico e formação profissional, demonstrando o esforço contínuo de ampliar o conhecimento e as possibilidades de atuação na área.

Agradecemos aos autores, pareceristas, colaboradores e leitores, cujo envolvimento é fundamental para o fortalecimento e continuidade desta publicação, que segue comprometida com uma Psicologia Corporal viva, crítica e em constante desenvolvimento.

José Henrique Volpi e Sandra Mara Volpi
Editores – Coordenadores

Os olhos que vêem podem não ser os mesmos que enxergam

Autor(es):
VOLPI, José Henrique
RESUMO: As dificuldades visuais são anomalias provocadas por erros de refração dos raios luminosos que se projetam na retina. Um olho terá visão normal quando o mecanismo de convergência e acomodação for feito com pouco esforço. Caso isso não ocorra, teremos erros de refração dos raios luminosos e, conseqüentemente, os defeitos visuais conhecidos por astigmatismo, miopia, hipermetropia e presbiopia. Que atitude dos pais e dos cuidadores pode ser considerada uma das mais preciosas para o desenvolvimento saudável da vida emocional de uma criança? Em linhas gerais, pode-se resumir em: permitir à criança ser, nada mais, nada menos que criança, e por sê-lo, deixá-la brincar.
Palavras-chave: Desenvolvimento. Olhos. Reich.

Primeiros passos para a construção de um acumulador de orgone

Autor(es):
VOLPI, José Henrique
RESUMO: Após anos de pesquisa, Reich concluiu que a energia do organismo (biológica) e a energia da atmosfera (cósmica) fazem parte de uma mesma energia, a energia da vida, a força criativa fundamental. E é essa energia, chamada por Reich de energia orgônica, que fica bloqueada no corpo, na couraça muscular. A energia orgônica pode facilmente penetrar todas as formas de matéria, em diferentes níveis de velocidade e concentração, carrega e se irradia de todas as substâncias vivas e não-vivas, pode também existir de forma livre na atmosfera e no vácuo. É excitável, pulsátil, capaz de se contrair e expandir e pode ser concentrada. É atraída pela matéria viva, orgânica (algodão, lã, bucha vegetal…) que a absorve e armazena ao passo que toda matéria inorgânica (aço) a expele.
Palavras-chave: Acumulador de Orgônio. Energia. Reich.


A compreensão da formação do caráter como ferramenta auxiliar na capacitação de docentes em Educação Ambiental

Autor(es):
VOLPI, José Henrique
RESUMO: Cada vez mais nos deparamos com um crescimento econômico desequilibrado e injusto e uma acelerada expansão urbana, que somadas à destruição do ambiente natural colocam a humanidade frente a grandes problemas irreversíveis ou que exijam soluções imediatas. O comportamento destrutivo do homem, a necessidade do acúmulo de capital e a negligência com que lida com o meio ambiente, exige uma mudança de estilo de comportamento. A proposta desse artigo é oferecer subsídios sobre a compreensão da formação do caráter como ferramenta auxiliar na capacitação de docentes em educação ambiental.
Palavras-chave: Caráter. Educação Ambiental. Narcisista. Reich.

Psicopedagogia reichiana

Autor(es):
VOLPI, Sandra Mara
RESUMO: Ao observarmos um bebê em seus primeiros dias evidencia-se a nossos olhos que a vida é uma incessante construção, cujas bases começam a se formar no momento da concepção, estendendo- se por toda a vida intra-uterina. É sobre essa base e, a partir do impacto que nela causa o contato com o mundo cincundante, com a cultura, que vemos construir-se, dia após dia, um ser humano que será único. Não raro, ouvimos mulheres e homens afirmarem, do ponto de vista de seus papéis de mães e pais, que nunca um filho é igual ao outro. Nenhuma base é similar a qualquer outra; o que sobre ela se constrói depende de inúmeros fatores, desde a própria base até a escolha de cada um dos elementos que terão influência na construção.
Palavras-chave: Desenvolvimento. Psicopedagogia. Reich.


Uma visão reichiana sobre os jogos e sua validade enquanto instrumento psicoterapêutico

Autor(es):
VOLPI, Sandra Mara
RESUMO: O jogo é uma das atividades mais antigas da humanidade e também uma das mais primordiais na vida de um ser humano. Desde tempos imemoriais o homem, joga, e através do jogo, comunica-se desde a sua mais tenra infância.
Palavras-chave: Desenvolvimento. Jogos. Reich.