Teoria e práticas reichianas: estruturas psicológicas, traços de caráter e coberturas caracterológicas

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De acordo com Reich, caráter é a forma como a pessoa se mostra e se relaciona os aspectos que foram gravados, inscritos, em cada indivíduo desde a concepção, até os primeiros anos de vida. Já o traço caracterial será a solução que a pessoa encontrou para reprimir uma situação de conflito. Esses traços de caráter apresentam comportamentos peculiares quanto à condição energética, características físicas e predisposição a doenças e são denominados: Núcleo Psicótico, Borderline, Psiconeurótico (Masoquista, Obsessivo Compulsivo e Passivo-feminino) e Neurótico (Fálico-narcisista e Histérico). O indivíduo é formado de vários traços caracterológicos que se sobrepõem ao primeiro que apareceu em decorrência do primeiro bloqueio, ou seja, as coberturas, que servirão como proteção daquele primeiro traço que não consegue lidar com o mundo externo. O analista há que cuidar para agir diferentemente com o paciente de cada traço citado anteriormente, cuidando para que seus aspectos caracteriais somados aos do cliente não impeçam ou dificultem o trabalho terapêutico.


Para Volpi (2017 p. 6), “a personalidade, o caráter, a conduta são aspectos ligados ao ego, resultantes de sua impossível tarefa de se equilibrar entre as exigências do id (impulsos internos), do superego (exigências morais) e a realidade”.  O caráter é a forma como a pessoa se mostra, se relaciona, denotando também, aspectos que foram gravados, inscritos, em cada indivíduo. Diz também que são as atitudes somadas ao temperamento e à personalidade sendo que todo traço caracterial é a solução que a pessoa encontrou para reprimir uma situação de conflito. Relata que a chamada caracterologia pós-reichiana conclui que “cada pessoa possui uma combinação de traços de caráter e não apenas um caráter específico como proposto por Reich (Volpi, 2017, p.6).

Ainda segundo Volpi (2017), se uma criança passar por todas as etapas de desenvolvimento de forma saudável, poderá formar um caráter genital no final da pré-adolescência, ou seja, sua carga energética circulará sem obstáculo no seu corpo. Do contrário, quando essa energia se depara com bloqueios (couraças) forma os traços de caráter, cuja fixação de energia se deu em cada uma das fases do desenvolvimento emocional.

Volpi (2017) afirma que a análise reichiana tem como projeto terapêutico a transformação, o amadurecimento do indivíduo a um nível de funcionalidade energética eliminando a potencialidade patológica latente. Atua no nível biológico pessoal para reduzir as manifestações patológicas que podem se manifestar quando os parâmetros no terreno biológico ultrapassam determinado limiar.

De acordo com Azevedo, (1999) os distúrbios ocorridos no período intra-uterino comprometem todo o desenvolvimento posterior da personalidade do indivíduo, provocando uma situação psicótica, uma psicose deflagrada ou um núcleo psicótico, passíveis de tratamento. A autora informa que o feto possui maiores recursos de defesa do que o embrião para responder a situações ameaçadoras, conseguindo “segurar “ as ameaças contraindo-se energeticamente no primeiro nível reichiano (nariz, ouvido e olhos), processo esse que Navarro atribui em decorrência de um medo fetal. Azevedo discorre ainda sobre o fato de que o estresse ocorrido em uma situação, leva a uma contração em nível celular, que atinge todo o organismo, à qual Navarro chama de medo celular, que pode levar à condição autista, que até hoje é praticamente incurável. Já a marca dessa vivência no período fetal, configura a condição de núcleo psicótico que poderá ser compensada ou encoberta por uma caracterialidade e que numa situação estressante futura poderá “explodir” ou descompensar o núcleo psicótico desencadeando um surto psicótico, passível de tratamento, principalmente a recuperação da funcionalidade ocular.

            Em conformidade com Volpi (2017), o útero é o primeiro meio ambiente do bebê sendo que o feto sofre as interferências ocorridas nele, respondendo a todos os estímulos, sejam táteis, de pressão, sinestésicos, térmicos, vestibulares, gustativos ou dolorosos.

Volpi (2017) também relata, ainda, que segundo Verny & Kelly (1993), os canais de comunicação entre a mãe e o bebê durante a gestação são: o fisiológico, que se dá pela passagem dos alimentos pelo cordão umbilical; o comportamental, manifestado pelos movimentos do feto expressando seu desconforto, medo e ansiedade; e pela simpatia, que diz respeito à sensação física e emocional que afeta o bebê durante a gestação, sendo essa comunicação de grande importância na formação de seu caráter.

Volpi (2017) diz também que agentes ambientais conhecidos como teratógenos (drogas, fumo, álcool, antibióticos, anticoagulantes, anticonvulsivantes, cortisona, vitamina A, AAS ou aspirina, xaropes para tosse que contenham iodeto de potássio, dentre outros), assim como toda substância injetada ou ingerida pela mãe atingem o feto, podendo causar sérias perturbações no desenvolvimento neuropsicofisiológico do bebê. Assim também o é com as emoções e o estresse que fazem com que mãe descarregue hormônios em seu corpo, que atravessarão a placenta e alterarão o ambiente onde o bebê está sendo formado, provocando também perturbações semelhantes às que a mãe sente.

Volpi (2017 p. 22) cita a definição de Reich (1985, p. 63) para o fenômeno nomeado por ele como couraça muscular: “uma experiência psíquica pode provocar uma resposta somática que produz uma mudança permanente em um órgão”.

Volpi (2017) ainda menciona Vincent (2001) que diz que cada organismo humano terá um terreno biológico ácido ou alcalino, que determinará o tipo de doença que poderá se manifestar e Navarro (1991), que aponta como base de todas as patologias o medo, fator determinante e/ou desencadeante da condição de contração como mecanismo de defesa, enumerando quatro tipos:

  • Medo embrionário – inconsciente, inscrito em nível celular, responsável pelas doenças neuro-psicossomáticas, ou biopatias primárias, disfunções que conduzem a estágios irreversíveis e morte prematura, promove a psicose.
  • Medo fetal – inconsciente, sendo que as biopatias desta fase determinam a formação de um núcleo psicótico e podem regredir com o auxílio da vegetoterapia.
  • Medo neonatal – consciente, e segundo Navarro (1995), instala-se do décimo dia após o nascimento até o desmame, passando da motilidade para a mobilidade, dando origem às doenças somatopsicológicas ou biopatias secundárias que também determinam a formação de um núcleo psicótico.
  • Medo pós-natal – consciente e vivido na situação edípica, é responsável pelas manifestações neuróticas.

A prevenção é o aspecto principal da higiene mental preventiva, sendo preciso educar as crianças livres de encouraçamentos patogênicos para que elas, ao viverem os problemas emocionais, possam se livrar deles rapidamente. (Volpi 2017 apud Reich 1987, p.7)

Segundo Volpi (2017 p. 51), Reich afirmava que o bloqueio em uma etapa do desenvolvimento do ser humano, geraria um tipo de caráter, ao passo que Navarro afirmava que o caráter maduro e puro é o genital, e que todos os outros caracteres encontrados seriam aspectos ou traços mais ou menos evidentes ou escondidos, que se sobrepõem ao primeiro para protegê-lo.

Em conformidade com Volpi (2017) a análise do caráter, tem a proposta de que o terapeuta compreenda os traços de caráter do paciente para torná-los mais saudáveis. A metodologia de análise reichiana usa um projeto terapêutico para cada paciente onde o terapeuta levantará os pontos fracos deste paciente para ajudá-lo a fortalecê-los. Já a vegetoterapia caracteroanalítica desenvolvida por Reich e sistematizada por Navarro, tem o trabalho com o corpo como primazia. Navarro (1995) relaciona os bloqueios energéticos durante as fases do desenvolvimento humano e os traços de caráter dizendo que podemos nos fixar numa ou mais etapas desse desenvolvimento, que nos trarão uma condição psicológica dentro da qual desenvolveremos nossos traços caracteriais sendo que uma caracterialidade pode se sobrepor a outra se na próxima etapa do desenvolvimento psicoafetivo “sofrer os efeitos do estresse, formando assim uma cobertura caracterial que protege a caracterialidade ou o traço de caráter anterior.”

Volpi (2017) cita as condições psicológicas definidas por Navarro (1995): psicótica, borderline, psiconeurótica e neurótica e apresenta os seguintes traços de caráter:

1 – Núcleo psicótico: – não é psicótico mas possui um núcleo frágil que pode explodir num surto psicótico (memória de um estresse primário, que se manifesta quando a criança, o adolescente ou o adulto passa por um outro estresse grave na vida, desencadeando então essa primeira memória, isso do ponto de vista psicoafetivo). Formado em decorrência de bloqueio sofrido pelo estresse no período fetal, parto ou primeiros dez dias de vida. Seu comprometimento interfere nos receptores sensoriais da visão, tato, olfato e audição – primeiro segmento de couraça. Energia baixa e desorganizada, pessoa racional e quase sempre demonstrando frieza afetiva. Comportamento básico: dificuldade de contato, limitação da percepção das coisas à sua frente ou à sua volta. Geralmente tem um corpo esguio, com tórax flácido e bloqueio diafragmático, olhos vazios, temerosos, fundos, opacos, arregalados, contraídos, sem contato, sem brilho, com nariz geralmente fino e contraído, geralmente com tendência a ter pés e mãos frios. Esse traço de caráter foi desmembrado por Navarro (1995) em três categorias: núcleo psicótico esquizofrênico – estresse ocorrido do terceiro mês de gestação até dez dias após o nascimento apresentando como características comportamentais a predominância da razão ao afeto, dificuldade de contato, distorção da realidade, sentimento de persecutoriedade, predominância da fantasia sobre a realidade, percepção sobre si e outro prejudicada; núcleo psicótico melancólico – estresse ocorrido no período do parto até os três meses de vida (traço da caracterologia borderline) apresentando como características comportamentais as mesmas apresentadas no núcleo psicótico esquiZofrênico e mais um sentimento de vazio interior, pulsões suicidas e comportamentos sociopatas e psicopatas; núcleo psicótico depressivo – estresse ocorrido no período dos três meses de vida até o desmame, nove meses (traço da caracterologia borderline com comportamentos pertinentes a esse traço caracterológico). Possui um terreno energético do tipo alcalino oxidado com predisposição a doenças graves como o câncer, Aids, doenças degenerativas e outras menos graves como urticária, alergias, rinites, enxaqueca.

2 –  Borderline – Tem boa energia, porém desorganizada, concentrada na boca, gerando forte tensão no maxilar. O corpo é magricela para o oral reprimido, com lábios finos e tensos ou obeso para o oral insatisfeito. Seu comportamento será, conforme o estresse experimentado durante o período da amamentação e desmame, de uma reação depressiva ou raivosa, reprimida (quando o desmame ocorre de forma precoce e brusca, gerando raiva, o que torna o oral agressivo e melancólico, possessivo e ciumento): ou insatisfeita (quando o desmame ocorre antes do tempo ou tardiamente, gerando predisposição à depressividade, ocorrendo a compensação da situação depressiva com consumo de álcool, fumo para satisfação oral). Terreno energético do tipo ácido oxidado, com predisposição a doenças como diabetes, alergias, hipertensão, asma, artrite reumatoide, depressão, transtorno bipolar, anorexia, bulimia, obesidade secundária, bruxismo, ATM e outros problemas ortodônticos.

3 – Psiconeurótico – alta concentração de energia contida e desorganizada no corpo, Terreno energético do tipo ácido reduzido com predisposição a doenças como gastrite, úlcera, angina pectoris, infarto, colites, cistites, miomas, aumento da próstata, etc. Estresse ocorrido na fase anal do desenvolvimento ou etapa de produção (Volpi e Volpi 2008) que dependendo da época e da forma como o estresse ocorreu gerará traços de caráter como:

Passivo-feminino: formado em decorrência de “um aleitamento prolongado além dos nove meses” segundo Volpi (2017) apud Navarro (1998, p.62). Pessoas meigas, com impressão de fragilidade e feminilidade com feições delicadas, suaves e femininas e bloqueio diafragmático (a passividade não está relacionada com a homossexualidade);

Masoquista: formado pela contradição da atitude dos pais – mãe que aceita e encoraja a excreção das fezes sem dar educação repressiva e pai que age com violência por que a criança suja as calças. O comportamento será de queixume e lamentações. Procura o alívio de sua carga buscando o castigo. Desajeitado e desengonçado acha-se feio e estúpido. Deprecia-se, implode com medo de explodir, auto-agressão. Incapaz de gostar de si mesmo. Possui alta concentração de energia no corpo de forma extremamente contida e desordenada. O corpo é duro e tenso, principalmente nos ombros e no pescoço;

Obssessivo-compulsivo: traço formado por uma educação exigente, sem liberdade de expressão da criança, colocando-a em constante submissão. Aparece como cobertura do borderline cuja função é cobrir um núcleo psicótico reprimido e controlado para evitar sua explosão. Comportamento de extrema organização, detalhista, mudanças geram ansiedade. Tendência a ser racional, desconfiado, ruminante como fuga ou alívio da carga de ficar retendo tudo, obsessivo, introvertido, medo da desaprovação e do julgamento, tensão constante, avareza, tendência a colecionar, dúvida, indecisão, afeto morno, teimosia, rigidez. Corpo duro e tenso.

4 – Neurótico – traço formado em decorrência de estresse durante a etapa fálica do desenvolvimento, também chamada de etapa de identificação, sendo considerados os tipos caracterológicos mais saudáveis (quando não aparecer como um traço de cobertura).  Dependendo da época e da forma como o estresse ocorre determinará os traços de caráter como o fálico-narcisista e histérico.

Fálico-narcisista: comportamento com boa auto-percepção, bom gosto estético capacidade de sedução e provocação, dificuldade de relacionamentos, grande compulsão à masturbação., compensação da tendência à depressão com sexo e drogas, sexo exagerado sem potência orgástica, medo da solidão, medo das críticas, da incapacidade, vive em busca de reconhecimento, arrogante, seguro de si, rigoroso, vaidade, orgulho, egoísmo, exibicionismo, ostentação, traços psicopáticos, sexualidade ativa para ambos os sexos, homens se identificam com o próprio falo e as mulheres tem a fantasia do falo. Possuem alta energia no corpo principalmente no pescoço, peito e pelve. O corpo se apresenta atlético e sedutor, bonito, com bom tônus muscular, pescoço tenso e tórax estufado. Terreno energético alcalino reduzido que o predispõe a doenças de ordem sexual e artrose cervical:

Histérico: antecede a genitalidade. Evita os relacionamentos ameaçadores. Movimentos corporais delicados, provocativos, agitados, andar atraente e sexual, podendo ter comportamento frenético (choro, delírios, risos) ou calmos, tem alta concentração de energia no corpo, usa a sexualidade como defesa ,mas foge antes do “ato”.

5 – Genital – formação de caráter mais maduro e equilibrado de todos. Usa as couraças só quando necessário, sabe lidar com as mesmas pois elas lhe servem como defesa.

Para Volpi (2017) somos formados de vários traços caracterológicos que irão sobrepor o primeiro que apareceu decorrente do primeiro bloqueio, na fase do desenvolvimento mais primitiva. As coberturas, como as chamou Navarro (1995), servem de defesa, proteção do traço caracterológico primário que não consegue lidar com o mundo externo. O trabalho terapêutico de base reichiana apenas flexibilizará essas coberturas indo em direção ao caráter primário para entender suas defesas e fortalecê-las, e na medida que a pessoa for fortalecendo esse traço vai amadurecendo, sentindo-se livre para buscar defesas mais saudáveis, substituindo por outras mais benéficas ou abandonando-as.

Diante dos traços apresentados, Volpi e Gomes (2017) elencam alguns tipos de comportamento para os analistas que utilizam a abordagem corporal, visando proporcionar uma melhor compreensão da dinâmica e do projeto terapêutico em benefício dos pacientes e deles próprios. Apontam ser de muita importância para os analistas identificar e saber lidar com os próprios traços de caráter que de algum modo podem se identificar com os traços de caráter do paciente.

Assim é que, segundo os autores, com o paciente núcleo psicótico, (que tem postura defensiva de medo, pela ausência da figura materna na época de seu nascimento) o analista deve acolher, aceitar, proteger e transmitir confiança e segurança ao paciente, agindo como um terapeuta-útero. Já o paciente borderline, precisa que o analista faça uma boa maternagem, dando colo (com limites), escutando (também chamando a atenção), acolhendo (mas ensinando a caminhar sozinho), caminhando com o paciente, mas não por ele. Para o paciente masoquista, o analista ensinará o paciente a se autovalorizar e confiar em si mesmo, sem culpa e sem medo de punição, como se fosse um pai. O paciente obsessivo-compulsivo, também precisará de um analista que aja como um pai que mostre ao paciente que pode errar sem medo de ser punido e perceber que pode sair da rotina, das regras, podendo se tornar espontâneo e criativo. Já o analista do paciente fálico-narcisista, agirá como um amigo em quem poderá confiar, aceitando sua necessidade de demonstrar seu poder, para ajudá-lo a superar o medo da castração. Enfim, o paciente histérico, precisará ter um analista que também aja como um amigo digno de confiança, solidário e tranquilizador, “que aceita a sedução, sem que ameace abandoná-lo ou criticá-lo por isso, ajudando-o a viver e realizar sua sexualidade genital sem medo do orgasmo”. (VOLPI; GOMES, 2017, p.88)

REFERÊNCIAS

VOLPI, José Henrique. Considerações gerais sobre a caracterologia pós-reichiana. Apostila do curso de Especialização em Psicologia Corporal. Curitiba: Centro Reichiano, 2017.

AZEVEDO, Maria de Melo. Nascer de novo: terapia de uma condição intra-uterina. In: Revista Reichiana, n. 8. São Paulo, 1999

VOLPI, José Henrique. O meio ambiente estressante comprometendo o desenvolvimento neuropsicofisiológico da criança. Apostila do curso de Especialização em Psicologia Corporal. Curitiba: Centro Reichiano, 2017

VOLPI, José Henrique; VOLPI, Sandra Mara. Conexões, desconexões e reconexões energéticas que compõem a estrutura emocional. In: VOLPI, José Henrique; VOLPI, Sandra Mara (Org.) CONGRESSO BRASILEIRO e ENCONTRO PARANAENSE DE PSICOTERAPIAS CORPORAIS, XX, 2015. Anais. Curitiba: Centro Reichiano, 2015.   [ISBN–978-85-69218-00-5]. Disponível em:        www.centroreichiano.com.br/artigos_anais_congressos.htm. Acesso em: 12/12/2018.

VOLPI, José Henrique. Transtornos psiquiátricos e da personalidade. Apostila do curso de Especialização em Psicologia Corporal. Curitiba: Centro Reichiano, 2017.

VOLPI, José Henrique. Transtornos do espectro autista e a visão da psicologia corporal. Apostila do curso de Especialização em Psicologia Corporal. Curitiba: Centro Reichiano, 2017

VOLPI, José Henrique. Prevenindo o encouraçamento a partir da gestação. Apostila do curso de Especialização em Psicologia Corporal. Curitiba: Centro Reichiano, 2017

VOLPI, José Henrique. Tipos de caráter segundo a análise reichiana. Apostila do curso de Especialização em Psicologia Corporal. Curitiba: Centro Reichiano, 2017.

VOLPI, José Henrique. Poder, fama e ferida narcísica. Uma compreensão caractero-energético do narcisista. Apostila do curso de Especialização em Psicologia Corporal. Curitiba: Centro Reichiano, 2017

VOLPI, José Henrique; GOMES, Wilson Mendes. Conhece-te a ti mesmo! Quando os aspectos caracteriais do analista impedem a continuação da análise reichiana. In: VOLPI, José Henrique; VOLPI, Sandra Mara (Org.) CONGRESSO BRASILEIRO e ENCONTRO PARANAENSE DE PSICOTERAPIAS CORPORAIS, XIV, 2015. Anais. Curitiba: Centro Reichiano, 2009. [ISBN – 978-85-87691-16-3]. Disponível em: www.centroreichiano.com.br/artigos_anais_congressos.htm.   Acesso em: 12/12/2018.

AUTORA

Terezinha Aparecida Nogueira Rezende / Belo Horizonte / MG / Brasil
Licenciada em Letras Português/Inglês (UFMG), Especialista em Formação Holística de Base (UNIPAZ/Faculdade Metropolitana de BH) e em Direito Administrativo (Faculdade Internacional Signoreli). Terapeuta Holística (CRT 50.288). Cursando Especialização em Psicologia Corporal no Centro Reichiano – Curitiba/PR.
E-mail:terezinr@gmail.com

ORIENTADOR

José Henrique Volpi / Curitiba / PR / Brasil
Psicólogo (CRP-08/3685), Analista Reichiano, Especialista em Psicologia Clínica, Anátomo-Fisiologia, Hipnose Eriksoniana e Psicodrama. Mestre em Psicologia da Saúde (UMESP), Doutor em Meio Ambiente e Desenvolvimento (UFPR). Diretor do Centro Reichiano-Curitiba/PR.
E-mail:volpi@centroreichiano.com.br


COMO REFERENCIAR ESSE ARTIGO

REZENDE, Terezinha Aparecida Nogueira; VOLPI, José Henrique; VOLPI.Teoria e práticas reichianas: estruturas psicológicas, traços de caráter e coberturas caracterológicas. In: VOLPI, José Henrique; VOLPI, Sandra Mara. Psicologia Corporal.Revista Online. ISSN-1516-0688. Curitiba: Centro Reichiano, 2019. Disponível em: http://centroreichiano.com.br/artigos-cientificos-em-psicologia/ Acesso em: ____/____/____.