Segundo Dia

DIA 21/06/2019 – SEXTA-FEIRA

PROGRAMA COMPLETO DAS OFICINAS 

É assim que irá encontrar em sua página pessoal aberta pelo sistema no ato de sua inscrição, para poder fazer suas escolhas – VEJA AQUI

LEIA COM ATENÇÃO

Lembramos que você esta automaticamente inscrito para todas as palestras, mas precisa escolher as OFICINAS do 2º dia.      

SOBRE A ESCOLHA DAS OFICINAS

A escolha das Oficinas exige um pouco de atenção.  As atividades tem propostas e durações diferentes, sendo organizadas em GRUPOS (1 a 5) e separadas em Programas A, B e C.

As atividades dos Programas A e B têm duração de 45 minutos. As atividades do Programa B acontecem logo em seguida às do Programa A. Para facilitar, ambas são marcadas pela cor laranja.

As atividades do Programa C (cor verde), têm duração de 1h e 45 minutos e acontecem simultaneamente aos Programas A e B, ou seja, no mesmo horário.

Sendo assim, você pode optar por participar de UMA atividade do Programa A e UMA do Programa B porque são em horários diferentes.

Ou se preferir, pode participar de UMA atividade do Programa C porque acontece ao mesmo tempo em que as atividades do Programa A e B.

Por exemplo:


Então, se optar por Comunicação Oral, deverá marcar na ficha do sistema apenas a atividade que tenha Ponto 1 (Exemplo = 1.1) porque a que tem Ponto 2 (Exemplo = 1.2) está agrupada com a primeira e assim estará inscrito/a para ambas as Comunicações (1.1 e 1.2).                       

Além disso, irá perceber que quando a atividade for COMUNICAÇÃO ORAL, está agrupada com mais uma atividade numa mesma sala porque cada Comunicação tem duração de 20 minutos. Assim, numeramos essas Comunicações da seguinte forma: (Exemplo: 1.1 e 1.2.)

Para facilitar, quando for escolher suas Oficinas, o sistema mostra isso em cores diferentes (Laranja para os Programas A e B) e (Verde Para o Programa C). Se ainda assim tiver alguma dúvida, não deixe de nos comunicar, pois alguém poderá lhe auxiliar.       

E por fim, ao fazer suas escolhas no sistema, NÃO ESQUEÇA DE SALVAR e depois conferir em sua página pessoal aberta pelo sistema, no ícone FICHA GERAL, se suas escolhas foram registradas. No dia do evento, você terá essas escolhas impressas no verso de seu crachá.

Você pode participar de quantas Oficinas desejar. Se não desejar participar de alguma delas, deixe em branco.

Veja abaixo as Oficinas que acontecem em cada Grupo, anote em uma folha para poder assinalar na sua página pessoal quando for fazer suas escolhas.

Considere que as VAGAS SÃO LIMITADAS.

As oficinas devem ser escolhidas diretamente em sua Página Pessoal no ícone OFICINAS. Use seu login (seu e-mail) e sua senha para acessar sua página. Para acessar sua página pessoal ou se esqueceu sua senha, recupere automaticamente clicando AQUI

GRUPO 1 - Das 08:00h às 09:45h

01 – SE – A Psicologia Corporal no tratamento do Mal do Século: Depressão. Estela Maris Lançoni Cantarelli/PR e Maria Márcia Soares/SC

Resumo: A depressão é considerada um mal que compromete a qualidade de vida das pessoas em todas as áreas. É uma doença que dificulta e às vezes até impossibilita a responsividade das pessoas diante de situações impostas pela vida, e é essa incapacidade de reagir que distingue o estado depressivo de todas as outras condições emocionais. Para a Psicologia Corporal o homem é considerado um ser único, integrando mente e corpo por meio de processos energéticos, onde emoções não expressadas são represadas no corpo. Este trabalho busca trazer uma compreensão da depressão sob a ótica da Psicologia Corporal, envolvendo conceitos de Reich, Navarro e Lowen, bem como relatar procedimentos utilizados no tratamento do estado depressivo pela Psicologia Corporal.

02 – SE – A agressividade e violência em Reich e Jung: uma análise de nosso momento atual. Renato Nascimento de Miranda/DF

Resumo: Agressividade parece ser um dos impulsos fundamentais de nosso organismo e psique e também uma das mais temidas por suas consequências. Neste trabalho iremos aprofundar a forma como Reich e Jung tentaram compreender e explicar esse fenômeno e de que forma suas visões se aproximam ou diferem uma da outra, tendo como plano de análise o contexto atual de violência em nosso país.

Ao se inscrever para a Comunicação 3.1 ou 4.1, estará automaticamente inscrito para a Comunicação 3.2 ou 4.2 porque ambas são na mesma sala e mesmo horário.

3.1 – CO – Oralidade reprimida: bases anatômicas e funcionais do segundo nível de couraça e a relação com a amamentação inadequada. Wilson Pacheco/SC

Resumo: Com base na Teoria Reichiana e procurando entender as implicações da amamentação inadequada e as couraças do tipo borderline, o presente artigo busca, através da revisão anatômica e embriológica do sistema estomatognático normal, estudar as implicações no desenvolvimento pós-natal com o uso de mamadeira. Para isto, estudou-se as alterações de forma e funcionalidade de ossos e articulações envolvidos com a boca, detalhando os grupos musculares atuantes na amamentação nutritiva e na não nutritiva e suas consequências no sistema como um todo.

3.2 – CO A constituição subjetiva numa história de compulsão alimentar: estudo de caso. Mariana Barreiros Meliande/RJ

Resumo: Este trabalho tem como objetivo contribuir para a compreensão da compulsão alimentar através da teoria psicanalítica. Trata-se de um caso clínico pensado à luz da constituição subjetiva, a partir das teorias de Freud, Lacan e Winnicott. Como metodologia, utilizou-se a revisão bibliográfica dos conceitos de narcisismo em Freud, alienação em Lacan e relação materno-primária em Winnicott, buscando a relação entre estes e o ato de comer compulsivamente. Com este estudo foi possível perceber a importância dos cuidados maternos na constituição do sujeito, e de que maneira as perturbações na relação mãe-bebê podem prejudicar o desenvolvimento do narcisismo, aprisionando o sujeito no registro da alienação ao Outro materno.

4.1 – CO Jogos eletrônicos e identidade corporal de jovens: uma pesquisa netnográfica. Daniele de Campos/SP

Resumo: Na adolescência os jovens estão suscetíveis a mudanças físicas, biológicas e psicossociais, nas quais passam a buscar sua própria identidade. Neste período os jovens buscam uma identidade que os representem, mas que também sejam aceitas pelo grupo, desta maneira, o mundo virtual pode auxiliar na socialização e influenciar na formação da identidade corporal do adolescente. Porém, é preciso rever as formas como os personagens buscam representar características corpóreas, que por sua vez, não representam as minorias, mas que têm grande aderência do público juvenil. Desta maneira, este estudo tem como objetivo analisar e estudar as representações de identidade corporal por meio dos jogos eletrônicos.

4.2 – CO Tecnoestresse, uma abordagem corporal. Fernanda Reddin Werka/PR

Resumo: Com o surgimento da Internet e a acessibilidade que a mesma nos apresentou no decorrer dos últimos anos, é preciso atentar-nos para modificações no comportamento que constantemente as pessoas manifestam diante dessa nova realidade, bem como para os malefícios que se manifestam no âmbito corporal. A era da informação trouxe benefícios, como o acesso a diferentes culturas, acontecimentos, contato com pessoas distantes e a agilidade na disseminação da informação, mas, por outro lado, percebemos um distanciamento dos seres humanos quando pensamos em contato físico, ou mesmo da contiguidade, de estar no mesmo espaço, o que tornou as inter-relações mais virtuais e menos presentes nos ambientes concretos. O Tecnoestresse ou Síndrome do Excesso de Informação vem sendo considerado como a doença do século XXI, provocado pela dependência cada vez maior da tecnologia associada a uma inabilidade de lidar com a mesma.

5 – LAB – Os três corpos da Unidade Psicopostural na Terapia Morfoanalítica. Márcia Lavaqui Gonçalves/SP

Resumo: A Unidade Psicopostural é a íntima relação entre o desenvolvimento psicoafetivo, a imagem do corpo e a postura. Esta forma de ver e tratar a pessoa foi desenvolvida por Serge Peyrot, fisioterapeuta e terapeuta psicocorporal desde a década de 80 na França a partir da sua formação com MM Mèziéres de sua formação com Jean Sarkissoff, psicanalista suíço. Experimentar os conceitos de Corpo Real, Corpo Sensorial e Corpo Emocional e sua manifestação clínica integrada, utilizados na Terapia Morfoanalítica é a proposta de vivência neste Laboratório.

6 – LAB – Respiração Integrativa Orgástica – Uma sessão terapêutica. Antonio Roberto HenriquesRS e Alessandra Eisenreich Henriques/RS

Resumo: A Respiração Integrativa Orgástica é uma técnica desenvolvida em consultório e tornou-se um recurso importante nas sessões individuais e em grupos e facilita as descargas bioenergéticas. Será apresentada a fundamentação teórica e uma demonstração da sua utilização em uma sessão terapêutica.

7 – VIV – Emoção em Movimento – Oficina de Expressão Corporal. Gisele Lucena de Mello/SC

Resumo: Oficina de expressão corporal, que utiliza técnicas do modelo de movimento expressivo desenvolvido por *Klauss Vianna., como base de experimentação da interrelação dos estados emocionais com o movimento corporal. O que seu corpo quer falar? Quais as possibilidades expressivas para transcrever no movimento do corpo as sensações da mente? Compreendendo o fluxo ininterrupto e dinâmico entre estados emocionais, corpo e ambiente. A oficina tem a proposta de permitir, de maneira segura e cuidadosa, que o participante possa externalizar a percepção desta conexão através da experimentação do movimento pela linguagem da dança expressiva. Uma vivência de percepção psicocorporal capaz de sensibilizar para a percepção de padrões emocionais e imagens mentais que se desenvolvem durante o fluxo do movimento, explorado por um corpo atento a essas transformações.

8 – VIV – A sensibilização do corpo pelo toque consciente. Luiza Figueiredo Lima da Rocha Fragoso/PR e Gabriela da Silva Vieira/PR

Resumo: Onde está nossa atenção, está também a nossa energia. No toque consciente a nossa atenção mental e emocional está direcionada ao contato com o corpo humano. Esta vivência iá possibilitar uma consciência de que o toque é um instrumento que auxilia na liberação do fluxo energético e manejo das couraças musculares. Iremos propor o estímulo da sensibilidade pelo toque, tanto para quem toca quanto para quem é tocado, de maneira a possibilitar um maior reconhecimento da experiência de estar vivo e integrado. Esta proposta tem o objetivo duplo de enriquecer o trabalho do terapeuta e favorecer a autorregulação.

GRUPO 2 - Das 10:00h às 11:45h

09 – SE – Automutilação e relações subjetivas em adolescentes: contribuições da Psicologia Corporal. Karine Ferreira Brock/MG e Eliza Inácio Chaves/SC

Resumo: O presente trabalho pretende colaborar com reflexões sobre a automutilação e relações subjetivas em adolescentes, sob a perspectiva da Psicologia Corporal. O estudo tem como objetivo refletir sobre as principais causas da automutilação entre adolescentes e apresentar práticas de tratamentos da psicologia corporal para essa demanda. Por meio da observação participante, no cotidiano da prática clínica, foram coletados dados que possibilitaram conhecermos alguns motivos que levam adolescentes a automutilação. Neste sentido, foi possível identificar que a automutilação entre adolescentes ocorre por dificuldades desse grupo etário em lidar com as suas “dores” emocionais, e que a Psicologia Corporal se apresenta como grande aliada para o tratamento dessa psicopatologia.

10 – SE – Contribuições da Psicologia Corporal para o trabalho com a vergonha. Regina Maria Martins Del Coco/SP e Cíntia Suyan Leite/PR

Resumo: Este trabalho convida a olhar a vergonha na sua manifestação disfuncional, como fonte de sentimentos extremamente dolorosos que afetam a qualidade de vida de uma pessoa; gerando comportamentos que levam ao isolamento, fuga de relacionamentos, ao desejo de “desaparecer da face da terra”, encolher-se afetiva e corporalmente. É uma emoção universal, poderosa e misteriosa em que a pessoa relega a si mesma, se desvaloriza, acredita ser defeituosa e imperfeita, sente-se indigna, inferior e fracassada. Devido a isso, se esconde cuidadosamente de todos, inclusive do terapeuta, o que torna muito difícil identificá-la. Consequentemente a pessoa pode passar por várias terapias e não obter progresso no tratamento terapêutico. Este seminário sugere a psicologia corporal como a abordagem que tem os instrumentos necessários para desvelar e trabalhar profundamente esta defesa.

Ao se inscrever para a Comunicação 11.1 ou 12.1, estará automaticamente inscrito para a Comunicação 11.2 ou 12.2 porque ambas são na mesma sala e mesmo horário.

11.1 – CO – Canto, aconchego e acalanto. Fortalecendo vícunculos entre pais e filhos. Gislaine Costa Belo de Souza Gomes/PR

Resumo: Tendo em vista a importância do estreitamento de vínculos entre pais e filhos baseados nos princípios da Psicologia Corporal, apresentamos um estudo de caso com essa proposta feita por meio de atendimento clínico, usando recursos teóricos e práticos da Psicologia Corporal e da Musicoterapia.

11.2 – CO – Maternidade: o florescer da identidade da mulher-mãe segundo a Psicologia Corporal. Ellen Fabiane Mancini Muller Iark/PR

Resumo: A maternidade possui em seu bojo um universo que transcende os conceitos dos mais renomados teóricos. Cravejada de afetos, angústias, frustrações e transformações, que permeiam a experiência que se inicia na concepção e não possui fim em si mesma, a maternidade precisa ser analisada através de um olhar humanizado, de compaixão e compreensão da subjetividade que floresce e dá vida à esta nova identidade: a mulher-mãe. Sob o olhar das teorias de Wilhelm Reich e Federico Navarro, este seminário visa explorar as nuances das transformações psicológicas que ocorrem para a aquisição desta nova identidade.

12.1 – CO – Refugiados – medos, incertezas e traumas: uma proposta de atendimento pela Psicologia Corporal. Kira Fernandes de Moura Almeida/SP

Resumo: David Berceli, autor do método de libertação de trauma, traz relação entre a condição dos refugiados e o trauma em seus corpos e subjetividade. A mediação de conflitos e a aplicação de seus sete exercícios corporais nos sintomas pós-traumáticos, vem sendo uma importante contribuição ao trabalho com essa demanda social. O olhar sobre o trauma e sua forma de ser descarregado (enquanto carga emocional alta) através do corpo, configura-se como uma ponte entre a psicologia corporal, o trabalho com grupos e populações em situações de vulnerabilidade social como é o caso dos refugiados, no sentido de atenuar os agravantes físicos e psíquicos dessa realidade, em busca da saúde pessoal e comunitária.

12.2 – CO – Qual o medo por trás da sua melhor desculpa? Mônica da Silva Braga/PR

Resumo: Finalizamos o ano com uma lista de tarefas, desejos, sonhos que colocaremos em prática no ano que se iniciará. Ao som dos fogos, risadas, abraços e beijos nosso coração se enche de esperança, concretizar a lista dos desejos. Nada será mais prazeroso do que “ticar” cada item ao longo do ano. Alguns esperam o final das férias, outros esperam pelo Carnaval e assim os meses vão passando, as páginas da agenda virando e a lista vai ficando esquecida. Nossas justificativas são brilhantes e até nos acalmam mas lá no nosso íntimo sabemos que poderíamos ter feito algo. Afinal, o que nos impede? Entenda o que o impede de alcançar sua maior conquista.

13 – LAB – O Tantra como caminho espiritual. Ronald George Fuchs/Inglaterra

Resumo: O caminho do Tantra leva-nos para a luz, e essa luz abençoa e beneficia a vida em todas as áreas. Através das práticas, da consciência e da energia no Tantra aprendemos a criar essa luz e a nos abrirmos a ela. Essa luz, da maneira mais natural e mais simples, gera-se desde o encontro do masculino e o feminino, e abrange-o todo: a sexualidade, o sentimento, o amor, a alma….todos os aspectos da vida estão incluídos nela.

14 – LAB – Shantala- massagem para bebês e crianças – um dispositivo na clínica infantil e adulta. Eliana Pommé/SP

Resumo: Apresentação da técnica Shantala, seus benefícios, adaptações e seu uso na clínica. Massagem milenar que mães indianas fazem em seus bebês diariamente, seu nome foi dado pelo Dr Léboyer ,obstetra francês, em homenagem a mulher que o encantou com a força e a beleza de um momento de troca entre mãe e filho. Ela tem sido ensinada às mães, no atendimento perinatal, a fim de estimular o vínculo mãe e filho. Pode ser adaptada ao adulto e utilizada em gestantes, puérperas ou em pacientes que se encontrem excessivamente inundados pelas emoções e confusos para realizar escolhas. O toque pode ser um caminho para curar emoções destemperadas e equilibrar a energia. Serão apresentados alguns estudos de caso de crianças e adultos que se beneficiaram da técnica como tratamento.

15 – VIV – Bioenergética y Arte: desde el Enraizamiento hacia la expresividad. María Laura Stabach/Argentina

Resumo: La bioenergética busca sentir el propio cuerpo y hacer conscientes las tensiones que bloquean nuestro fluir energético y emocional. Lo artístico abre camino a nuestra energía ávida de expansión, a investigar e indagar sobre lo que se mueve en cada gesto, sobre lo imperceptible de nuestros movimientos. Nos invita a soltar nuestras máscaras para dar espacio a nuestro verdadero ser, a mover el cuerpo para despertar y a abrirnos a vibrar con nosotros, con los otros, con nuestro entorno… Donde la bioenergética abre canales permitiendo que la expresividad encuentre un cauce, el arte termina de simbolizar aquello que se trabajó a nivel muscular. Por ello, a través del movimiento y de la potencia del arte, proponemos un vivencial de exploración para soltar tensiones, enraizar y encontrar nuevos modos de expresividad creativa. Hacer contacto y sentir a aquello que Lowen describió como “la gracia del estar vivo”.

16 – VIV – E se eu errar ? A malemolência do improviso como oportunidade para errar e sentir o corpo vivo, presente e vibrante. Caroline Pellegrini/PR

Resumo: Errar? Nossa, jamais. Faço um esforço monumental para ser perfeito. Prefiro não explorar novos universos a errar. Sim, ficar no meu lugar cômodo, seguro e conhecido. Mas errar não, jamais. Reich, ao deixar claro que um corpo para estar vivo precisa estar em constante movimento, nos faz refletir sobre o estado de eterna vulnerabilidade que o movimento nos aciona. O movimento traz a possibilidade do erro, da queda, de sermos ridículos, de não sabermos como agir. Paralisados por uma cultura que exige a perfeição, ficamos rígidos, tensos, extremamente sérios, desconectamos nossa pensamento de nossas ações. Por isto, esta vivência, a partir de improvisos de dança, teatro e da bioenergética, tem a intenção de utilizar o erro como ferramenta fundamental para mobilizar e conectar o corpo todo, acionar nosso estado de presença, escuta e atenção, elevar o corpo à vibração, ao riso, e a entrega ao prazeroso desconhecido.

GRUPO 3 - Das 13:15h às 15:00h

17 – SE – O corpo que engorda para lidar com as emoções. Elen Patricia Piccinini/PR

Resumo: Quantas emoções estão ancoradas no processo de engorda? Quantos sentimentos e conflitos o corpo guarda por não ter elaborado ou digerido? Que feridas emocionais ele carrega como um fardo para continuar sobrevivendo? O corpo grita, chora, se cala, se esconde e se mostra na tentativa de buscar conforto.

18 – SE – O uso dos Florais de Bach na Análise Reichiana. Nathalie Pailo Perozin/PR

Resumo: A Análise Reichiana, assim como os Florais de Bach, visa possibilitar ao indivíduo a reconexão com seu potencial de autocura e autorregulação. Através de trabalhos que visam a circulação saudável de energia no corpo, o amadurecimento emocional e o autoconhecimento, ambos os métodos auxiliam o indivíduo a encontrar saúde nos âmbitos físico, mental e emocional. Neste seminário será apresentada essa relação e a possibilidade de utilização destes métodos de forma conjunta.

Ao se inscrever para a Comunicação 19.1 ou 20.1, estará automaticamente inscrito para a Comunicação 19.2 ou 20.2 porque ambas são na mesma sala e mesmo horário.

19.1 – CO – Depressão pela perda do seio materno. Elizandra Aparecida Rodriguês Sebastião/PR

Resumo: O nascimento é o momento em que a relação entre mãe e filho se torna algo concreto. É no colo da mãe que a bebê vai descobrir a si mesmo e o mundo a sua volta. É a partir do contato entre mãe e filho que o prazer vai imergir no corpo da criança, mais precisamente através da boca do bebê e do seio materno. Com isso é possível se tornar um individuo satisfeito com a vida, ou então frustrado. O presente artigo busca identificar a fase neonatal e o processo de amamentação, considerando a relação entre mãe e criança, para assim caracterizar a relação entre uma amamentação deficitária com a depressão, tendo em vista a depressão como tristeza, melancolia e falta de prazer.

19.2 – CO – Palavrão: fale agora ou fique encouraçado para sempre. O grounding das palavras mal ditas. Caroline Pellegrini/PR

Resumo: Ca-r*-lh*! Você não vai ler esse resumo, né? F*d*-se então, vai tomar no meio do seu c*! Nenhuma outra palavra ou expressão verbal carrega a carga emocional, expande o fluxo energético e comunica com a intensidade do tão mal falado, imoral e indecoroso palavrão. O palavrão, usado com moderação, traz intensos benefícios para a saúde: pode aliviar a dor física e estabelecer um código de intimidade entre emissor e receptor; sinalizar que a espontaneidade e a sinceridade estão presentes no diálogo; expressar a raiva e auxiliar a entrar em contato com nossa visceralidade; ampliar a respiração diafragmática; conectar o corpo ao momento presente, O palavrão faz o organismo pulsar, vibrar energia, aliviando a ansiedade e flexibilizando as couraças musculares da mandíbula, pescoço, peito e diafragma. Enfim, ele é um jocoso e irresistível grounding. Assim, a intenção desta pesquisa é reconhecer os benefícios físicos e emocionais acionados pelo uso moderado do palavrão, em sua função de enraizamento.

20.1 – CO – Síndrome da Tela: como os estímulos tecnológicos causam as alterações emocionais em adultos e crianças. Marcello Araujo/PR

Resumo: Em todos os lugares, aumentam os estímulos causados pelo desenvolvimento tecnológico. Recentemente, houve uma explosão inédita, desproporcional comparada com o período anterior. Os adultos admitem que a serenidade está cada vez mais rara e o estresse cada vez maior. A sociedade não preparou um modelo de desenvolvimento para proteger a infância deste descontrole. Por afetar tanto os adultos, é urgente investigar o quanto está afetando as crianças e o seu desenvolvimento emocional.

20.2 – CO – A couraça uterina e suas implicações para a mulher. Mariana Dalmoro/PR

Resumo: Devido a determinados ensinamentos, temas, tabus, mitos e crenças que socialmente e familiarmente nos impuseram e herdamos com respeito a nossa energia de criação é urgente à necessidade em darmos uma chance de ao menos conversarmos sobre o que chamei Couraça Uterina, fenômeno este que, muitas vezes, impede as mulheres manifestarem o potencial enérgico de sua energia corporal, desconectando-se assim do pulso da Criação, da vibração do Amor Incondicional, da sinergia, da Unidade, deixando de reconhecer os benefícios dos trabalhos corporais, que originalmente buscam reconectar a mulher com a energia limpa, transparente, pura, sanadora, renovadora e feminina que alberga o seu útero e a sua história de vida vetou.

21 – LAB – Exercícios pré–verbais suaves no trabalho corporal e o despertar do ser. Leonardo Libanio Christo/MG

Resumo: A vitalidade é a saúde vibrante que anima todo o processo de um tratamento emocional. O laboratório dará a oportunidade de vivenciarmos sentimentos restauradores do nosso Ser, através de exercícios pré-verbais que trazem o equilíbrio homeostático. Serão apresentados os principais fundamentos do trabalho corporal sob a visão da Análise Bioenergética com o Dr. Lowen em vídeo amador gravado em seu consultório residencial (New Canaan, CT, USA) em 2001.

22 – LAB – Dinâmica ativa do ser, sentir, entender e fazer – vida extraordinária. Gelson André Maldaner/SC e Fábio Ribeiro do Nascimento/SC

Resumo: Esse laboratório trará elucidações da dinâmica funcional do diafragma, através de exercícios respiratórias guiados, com o objetivo de auxiliar o indivíduo a entrar em contato com o ser e o sentir, para poder entender e fazer por si o encontro com o existir, sob o olhar das 5 Leis Biológicas do Dr. Hammer, dentro das limitações e capacidade de cada indivíduo na vida. Dando entendimento dos tecidos embrionários, região cerebral, e sintoma físico.

23 – VIV – Empatia: uma linguagem do corpo. Renato Nascimento de Miranda/DF e Cristiane Zanette de Camargo/SP

Resumo: Sendo o corpo a sede das sensações e percepções do ser, bem como o seu meio de contato direto e aprendizagem do ambiente, o objetivo deste trabalho é estimular e desenvolver o exercício da empatia, a capacidade de se sintonizar e se colocar no lugar dos outros, voltando à suas bases mais essenciais, como uma experiência do corpo, o que Reich chamou de ponte radiante. Trabalharemos promovendo a flexibilização das couraças, o contato e a integração dos participantes, de modo a desenvolver suas capacidades empáticas através de exercícios e dinâmicas corporais.

24 – VIV – Vibração da vida. Cristiane Monteiro Garbini/RS, Karine Ferreira Brock/MG e Rafaela Bazzi Bauer/SC

Resumo: Trazer aos participantes a consciência da base corporal através do estímulo da atenção para pernas e pés, trabalhando, também foco (grounding), bem como a percepção da energia orgone que se faz presente no corpo através de exercício de vibração.

GRUPO 4 - Das 15:15h às 17:00h

25 – SE – Bases morfológicas e embriológicas do primeiro nível de couraça. Wilson Pacheco/SC

Resumo: O primeiro nível de couraça, embora de pequenas dimensões físicas, em relação aos demais níveis, possui complexo conjunto de músculos, diferentes da maioria que compõe a musculatura esquelética de todo o corpo. O presente estudo anatômico, bem como o desenvolvimento embriológico do primeiro nível pretende contribuir para o entendimento deste importante segmento corpóreo e a relação da couraça caracterial com a gestação.

26 – SE – Os biotipos do ayurveda elucidados na teoria e prática diagnóstica. Marcos Elias/PR

Resumo: Ayurveda é uma ciência milenar de cura e longevidade nascida no oriente. Sua leitura da natureza se baseia no conceito dos 5 elementos (terra, água, fogo, ar, espaço) a partir dos quais se formam diferentes biotipos humanos. Estes biotipos são determinados geneticamente conforme a concentração desses elementos em cada indivíduo, gerando características físicas e psicológicas bem definidas. Neste laboratório faremos vivências práticas de como observar e constatar no corpo, temperamento e comportamento de cada participante as características que definem o seu biotipo e suas variações.

Ao se inscrever para a Comunicação 27.1 ou 28.1, estará automaticamente inscrito para a Comunicação 27.2 ou 28.2 porque ambas são na mesma sala e mesmo horário.

27.1 – CO – Sentir e os sentimentos dos narcisistas: uma visão bioenergética. Claudia Simone Benites Schibulski/SC

Resumo: Os sentimentos são movimentos corporais espontâneos é a força integradora entre corpo-mente. Sentir é a capacidade de perceber o próprio movimento interior, é a vida do corpo. Viver no corpo significa expressar-se. O presente trabalho busca compreender qual a importância dos sentimentos na Análise Bioenergética, e como o sentir contribui para a terapia do corpo. Busca também compreender a forma pela qual os sentimentos atuam no modo de agir e reagir do caráter narcisista.

27.2 – CO – A contribuição da Psicologia Corporal no âmbito organizacional com relação à Síndrome de Burnout. Alex Sandro Rodrigues/SC

Resumo: A Síndrome de Burnout, se caracteriza pela exaustão que a pessoa sente, quando relacionada ao ambiente de trabalho, onde tem a sensação de que chegou ao seu limite, e que não tem energia para continuar suas atividades laborais, tanto física como mentalmente. Já a Psicologia corporal tem como objetivo estimular os processos energéticos, através de técnicas que estimulem tanto o corpo quanto a mente, fazendo com que as pessoas fortaleçam o prazer e a alegria de viver. Desse modo, pode-se observar que dentro das empresas, dos mais variados segmentos, existem pessoas e situações diversas, onde cada qual tem a sua maneira de vivenciar as situações e deixar fluir suas rotinas do dia a dia, por outro lado, existem pessoas que por motivos de conteúdos latentes, através das couraças, não conseguem superar situações conflitantes e que acabam se deixando afetar, prejudicando assim sua vida profissional, social, familiar entre outros, nesse quesito a psicologia corporal, vem para poder analisar e aplicar técnicas que forneçam a essas pessoas um melhor contato e conhecimento de seu corpo assim como uma melhoria na qualidade de vida tanto pessoal, quanto profissional.

28.1 – CO – O reconhecimento das emoções pelo viés da Psicologia Corporal: um estudo desenvolvido no Centro de Atenção Psicossocial Infantil. Cristiane Aparecida dos Santos/PR

Resumo: A presente pesquisa tem por objetivo relatar o estudo realizado com os usuários do Centro de Atenção Psicossocial Infantil (CAPS i), a respeito da identificação e expressão das emoções básicas como alegria, raiva, tristeza e medo, pelo viés da Psicologia Corporal. Essa pesquisa foi realizada com crianças de cinco até 12 anos de vida, demonstrado a importância que se tem de trabalhar as emoções ainda na infância, para que não ocorra um bloqueio emocional. A Psicologia Corporal apresenta recursos técnicos que auxiliam o sujeito a desbloquear as emoções que foram reprimidas, uma vez que a mesma compreende o sujeito como corpo, energia e mente, possibilitando assim o alcance do desenvolvimento psicoemocional saudável.

28.2 – CO – Lançando um novo olhar ao paciente internado por meio das práticas corporais. Caren Danuza Silveira De Lima/SC

Resumo: Este seminário traz o relato da prática desenvolvida no atendimento domiciliar a sujeitos em condição de internação, bem como seus resultados, onde foram utilizadas técnicas da Psicologia Corporal, visando lançar sobre o paciente uma reconexão corporal e emocional, conduzindo-o a um novo potencial para a saúde e auto-percepção.

29 – LAB – Crianças do Futuro: trabalhando os pais na prevenção de neuroses. Luciana Garbini De Nadal/RS

Resumo: Reich acreditava em um mundo melhor através do investimento nas crianças do futuro. Se as neuroses são criadas nos primeiros anos de vida, uma intervenção precoce buscando conscientizar os pais para prevenir bloqueios energéticos e emocionais na criança, criará indivíduos mais saudáveis e consequentemente, uma sociedade melhor. Esse laboratório busca trazer informações e ferramentas da psicologia corporal e da terapia dos sistemas familiares internos para que o participante tenha consciência de sua criança interior, o que o tornará apto a cuidar de outro ser.

30 – LAB – Método Chiorlin e a Especialização e Transformação da Terapia Organizacional – TEOR. Maria Vilma Chiorlin/SP

Resumo: A Terapia Organizacional – TEOR nasceu na Volkswagen do Brasil em 1980. É teórico-vivencial e possibilita a integração das diversas dimensões humanas: espiritual, mental, física, emocional e social. Pode ser aplicada em organizações, grupos e indivíduos, permitindo auto conhecimento e desenvolvimento, transformações, superação de conflitos, entre outros benefícios observados. Têm por orientação bases morfogenéticas, holográficas, sistêmicas, ecológicas e holísticas, sociais e espirituais. É versátil, flexível, dinâmica, situacional e abrangente. Permite intervenções em diferentes grupos ou indivíduos, aplicação de dinâmicas, coaching individual e coletivo, desenvolvimento de um processo terapêutico, atuar em problemas relacionais, facilitar a solução de problemas técnicos.

31 – VIV – Libere seu sapo. Rosana Rodrigues de Moraes Erthal/PR, Estela Maris Lançoni Cantarelli/PR e Cíntia Suyan Leite/PR

Resumo: Essa vivência pretende estimular a liberação da raiva, mobilizando a energia e buscando afrouxar segmentos que geralmente impedem a livre expressão dos sentimentos, censurando emoções e também a criatividade. Proporcionando sensações que remetem ao desenvolvimento emocional infantil, o participante é convidado a exercitar a capacidade de silenciar, escutar, criar, interpretar, expressar e partilhar seu interior.

32 – VIV – As pedras no caminho da totalidade. Gabriela da Silva Vieira/PR e Patricia Weide Moura/SC

Resumo: Consciência e energia são a mesma coisa. Cada bloqueio energético é uma fragmentação do funcionamento da consciência, segundo a visão do orgonomista Jorge Stolkiner. A fragmentação é uma defesa contra a totalidade e os riscos que ela representa. A totalidade só existe na experiência, ela não pertence à crença ou ao intelecto. Na experiência está a intuição e a espontaneidade. O quanto nosso corpo é capaz de sentir? Para aproximar a nossa energia da totalidade é preciso alcançar a genitalidade, do contrário estaremos vivendo uma experiência fragmentada, e portanto, sem fluxo. O caminho que leva à totalidade não é em linha reta, tampouco único para todos. Quais são as travas que existem em nosso caminho? Este trabalho tem o objetivo de propor a investigação individual dos entraves no caminho da totalidade. Ele nasce do estudo do livro “Abrindo-se aos mistérios do corpo” (Stolkiner, 2008).

GRUPO 5 - Das 17:15h às 19:00h

33 – SE – Olhares sobre o poliamor e a abordagem da Psicologia Corporal. Thais Schauenberg Garcia/RS e Cristiane Monteiro Garbini/RS

Resumo: Nas últimas décadas o poliamor surgiu como uma contracorrente aos padrões sociais estabelecidos de amor romântico. Significa a prática de se relacionar com mais de uma pessoa intimamente ao mesmo tempo, com o consentimento de todos. Os arranjos e os acordos, sobre o que é ou não aceitável na relação, são estabelecidos através do diálogo entre os parceiros. O artigo pretende aprofundar a discussão e incluir os conceitos da psicologia corporal para o tema que vêm quebrando paradigmas na nossa sociedade atual.

34 – SE – Potência orgástica feminina: a frigidez sob a perspectiva da Psicologia Corporal. Ana Paula Mori Branco SowinskiPR, Ângelo Teixeira Ferreira,Francielle Colpani,Paula Angelica Madeira Albertini, Polliany Medeiro Pereira, Samira Deud bhay e Vera Lucia Iwasse Zacarias

Resumo: No cenário social contemporâneo, percebe-se uma maior liberdade das mulheres, no que diz respeito à temática da sexualidade. Entretanto, os flagelos da sociedade patriarcal ainda persistem e limitam a livre expressão sexual feminina. Neste artigo, a partir da perspectiva teórica reichiana, investiga-se as correlações entre os estigmas sociais no campo da sexualidade feminina e a vivência da frigidez. Para além de uma perspectiva determinista, acerca das possíveis causas psíquicas deste fenômeno da sexualidade, busca-se compreender a frigidez a partir de uma perspectiva somatopsicodinâmica. Discute-se o conceito reichiano de potência orgástica e sua relação com este quadro clínico, visando contribuir para perspectivas menos cristalizadas acerca da saúde sexual da mulher e a sua vivência do prazer.

Ao se inscrever para a Comunicação 36.1, estará automaticamente inscrito para a Comunicação 36.2 porque ambas são na mesma sala e mesmo horário.

35 – SE – Tocando o coração – enxergando a alma. Patricia Ziani Benites/RS

Resumo: O objetivo principal do trabalho é apresentar o livro com o mesmo título, o qual pretende trabalhar os aspectos de propriocepção e ampliação de consciência, buscando o silêncio interior, o reconhecimento das sensações e melhorando a conexão consigo e o mundo a nossa volta.

36.1 – CO – Borderline: em uma tempestade de emoções – a visão da Análise Bionergética. Rafaela Bazzi Bauer/SC

Resumo: O presente trabalho tem como intuito de corroborar as estratégias utilizadas pela Análise Bioenergética, como forma de auxílio no processo terapêutico de pacientes com Transtorno Borderline, de modo que o mesmo possa efetivamente autocompreender-se nos sentimentos intrínsecos e extrínsecos.

36.2 – CO – A relação terapêutica com paciente borderline. Lusiana Bengtsson/PR

Resumo: A Caro colega, imagine, que a cada sessão de terapia você aceita o convite de seu paciente, andar em uma montanha russa replete de emoções desenfreadas, fantasias de catástrofe iminente e comportamentos impulsivos. E de repente, no meio de uma volta, o paciente ameaça explodir tudo e todos com uma bomba relógio, o quê você faria? Essa tem sido a minha caminhada com um paciente diagnosticado pela Psiquiatria de Borderline. Além das técnicas da Análise Bioenergética, principalmente o grounding, venho apostando na relação terapêutica como base fundamental para terapeutizá-lo. A cada encontro, escuto a fala angustiada de quem há muito tempo tenta equilibrar-se em cima de um arame farpado. Difícil? Um desafio, que exige do profissional empatia e sensibilidade para acolher e conter com firmeza.

37 – LAB – A respiração circular e suas aplicações terapêuticas. Elias Junior Minasi/PR e Luzia Rezende Da Silva/MG

Resumo: Respirar é fundamental. Alcançar o prazer na respiração demanda um processo de liberação das couraças. A utilização da respiração circular no setting terapêutico auxilia e promove a liberação do material inconsciente para o trabalho de análise.

38 – LAB – Emoções: caminhos para o desenvolvimento da inteligência emocional. Vanessa Shigunov/PR, Silvânia Nurmberg/PR e Elaine Fregonesi/PR

Resumo: O presente trabalho tem como objetivo a compreensão das nossas emoções e o quanto ela pode ser importante para nosso processo de autoconhecimento. A palavra emoção provem do latim emovere que significa “movimento, comoção, ato de mover”. As emoções nos movem e junto com isso traz consequências. Além disso, diz muito sobre quem somos. Ter a consciência e saber administrar essas emoções é a base do desenvolvimento da inteligência emocional. Para isso, é importante entender o caminho das emoções, como elas nascem no cérebro, suas funções e quais as melhores formas de gerenciá-las. Ainda, abordaremos contribuições da psicologia corporal para essa temática.

39 – VIV – Resgatando a Inteligencia Emocional através do corpo. Elen Patricia Piccinini/PR

Resumo: Resgatar a inteligência Emocional é necessário para viver bem, ter boas relações interpessoais, aumentar a autoconfiança e despertar o prazer de viver bem. Todas as nossas emoções estão ancoradas no corpo e é por meio do corpo que podemos acessar, expressar e ressignificar memórias negativas que impedem o livre fluxo da felicidade.

40 – VIV – Renascer para o prazer – potência orgástica. Antonio Roberto Henriques/RS e Alessandra Eisenreich Henriques/PR

Resumo: Esta vivência propõe transitar pelas fases do desenvolvimento emocional infantil (Volpi & Volpi) através de exercícios da Bioenergética e técnicas respiratórias para alcançar as descargas orgásticas através da Respiração Integrativa Orgástica.