A PREVENÇÃO DA NEUROSE COMO MELHOR CAMINHO PARA AS CRIANÇAS DO FUTURO

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Desde a época em que Reich fazia parte do seleto grupo de psicanalistas seguidores de Freud, percebeu que não apenas o tratamento da neurose era importante, como também o era a sua prevenção para que dessa forma pudéssemos ter uma sociedade com uma personalidade mais saudável. E foi em tal direção, da prevenção da neurose, que Reich enveredou seus estudos e pesquisas chegando até mesmo a apontar caminhos para uma educação que poderia desembocar no que ele chamou de caráter genital, o mais equilibrado e saudável de todos.

Lamentavelmente as idéias de Reich não foram aceitas pelos médicos, cientistas e psicanalistas da época, pois não condiziam com o pensamento mecanicista impetrado pela ciência. Seria mais cômodo deixar o ser humano sucumbir em sua própria ignorância e doença, do que alertá-lo para a saúde emocional por meio da prevenção. Sem demagogias, percebe-se que esse tipo de pensamento é o que ainda se vislumbra na atualidade, quase sessenta anos após a morte de Reich, ocorrida em 1957.

Em se tratando das doenças emocionais, os recursos ainda são escassos, e a valorização desse tipo de trabalho ainda é pequena. Há uma série de questões que precisam urgentemente ser modificadas no âmbito da educação, da ecologia e da saúde emocional, se ainda pretendermos um dia ter um mundo composto de pessoas mais humanas, mais afetivas, mais equilibradas. E essa prevenção deve começar antes mesmo da concepção, orientando os futuros pretendentes a pais sobre suas responsabilidades com o filho e com o mundo.

Antigamente, pouco se sabia a respeito dos fatores que provocavam ou desencadeavam as doenças emocionais. Hoje em dia, sabe-se que é possível que o estresse sofrido pela mãe durante a gestação interfira precocemente no estado emocional e energético do bebê. Sabe-se também da importância da ligação afetiva e energética que a mãe precisa ter com seu bebê, mesmo que ainda no útero, para compor os campos energéticos dos quais fazemos parte: fusional, simbiótico, familiar, social e cósmico. Esses campos iniciam-se no útero (fusional) e se estendem para o resto da vida do novo ser e irão determinar as formas como se estabelecerão as relações futuras, que poderão ser com base no afeto, no carinho, no respeito, ou, então, na raiva, no descaso, na agressividade, ou de outra forma qualquer. Disso também faz parte o temperamento, que é herdado, e a personalidade e o caráter, que são adquiridos. Portanto, as relações afetivas estabelecidas entre o novo bebê e as demais pessoas à sua volta serão dadas de acordo com o seu temperamento, a sua personalidade e o seu caráter, sendo esses últimos formados a partir daquilo que o bebê recebeu e sentiu no útero e posteriormente, somadas ao que aprendeu no decorrer de sua maturidade física e emocional.

Mas temos falhado consideravelmente como pais e educadores. Muitas vezes, nossas atitudes neuróticas causam sérios prejuízos emocionais às nossas crianças, impedindo-as de serem naturais e espontâneas. Como resultado, encontraremos futuros adultos envolvidos por um deserto emocional de ampla escala, cujo caráter se coloca cada vez mais fora da natureza, acreditando ser o senhor desta e, portanto, sentindo-se no direito até mesmo de dominá-la e destruí-la. Mas então, qual será o futuro da humanidade?

Reich sempre foi muito esperançoso e acreditava que era possível mudar a humanidade, desde que nos preparássemos e nos investíssemos de coragem e determinação para encarar nosso miserável fracasso. Dizia que não podemos dizer às crianças o tipo de mundo que devem construir, mas promover as circunstâncias necessárias para o desenvolvimento de uma estrutura de caráter saudável, cujo vigor biológico as tornaria capacitadas a tomar suas próprias decisões, encontrar seus próprios caminhos, dirigir seu próprio futuro, contribuindo dessa forma para a criação de um mundo mais saudável.

Durante vários anos, Reich dedicou-se ao estudo do que poderia ser uma criança saudável. Reuniu à sua volta profissionais interessados nessa questão, preparando-os para uma tarefa cujo foco considerava que a saúde infantil era um problema da educação. Criou assim o chamado Centro Orgonômico para a Pesquisa sobre a Infância (OIRC), uma organização exclusivamente de pesquisa para esse fim, cuja premissa básica encontrava-se no crescimento infantil, tanto no aspecto físico quanto emocional, de modo saudável e autorregulado, sem obstáculos e imposições que iam contra seus desejos. Criar crianças saudáveis não é uma tarefa simples, nem fácil; porém, não é de todo impossível.

Ainda pouco se sabe sobre o que é ou poderia vir a ser uma criança saudável, mas uma coisa é certa: não podemos continuar perpetuando o peso de uma educação neurótica e vivendo na completa ignorância sobre o desenvolvimento afetivo e os comprometimentos que podemos causar. Não devemos continuar cometendo os mesmos erros como pais e educadores e assim impedir o desenvolvimento natural e saudável de nossas crianças.

Toda criança nasce com um maleável sistema bioenergético pronto para adquirir qualquer coisa que o meio ambiente imprima em seu organismo e em seu psiquismo, com certo grau de persistência. Portanto, não devemos lutar para criar crianças que não tenham problema algum, mas sim livres de encouraçamentos patogênicos, de modo que nenhum sintoma possa criar raízes e persistir. Assim, precisamos estar sempre atentos aos danos emocionais que nós, adultos, com nossas regras, moralismos e neuroses, causamos na vida dos pequenos.

O desenvolvimento emocional humano tem sido constante objeto de estudo de teorias psicológicas. As teorias psico-corporais propõem uma visão que conecta mente e corpo, através da investigação do caminho percorrido pela energia, bem como dos bloqueios erigidos como defesas ao longo dos períodos gestacional, da infância e da adolescência, que atingem igualmente psiquismo e corpo. A Psicologia Corporal oferece um recurso que é absolutamente atemporal: a compreensão do funcionamento da natureza em termos de energia. Como natureza, o ser humano também é energia.

Ao falar em energia, remetemo-nos ao conceito de autorregulação, que, em termos reichianos (1983), entende-se como a força do organismo livre de encouraçamentos e biopatias para reconhecer em si as necessidades naturais e operar sobre o meio de forma a alcançar a satisfação de tais necessidades. Rapidamente qualquer ser humano perde tal capacidade, dada a educação compulsiva a que é submetido desde o início da vida.

A teoria reichiana, influenciada pela Psicanálise, propõe uma estrutura para o desenvolvimento emocional, ou seja, segue a ideia de que todos os seres humanos passam pelas mesmas etapas, independentemente de tempo e lugar em que se encontrem. Tais etapas foram delimitadas com base no corpo, apoiando-se no desenvolvimento físico e nas funções vitais do organismo. Isso faz sentido se lembrarmos novamente que na base de tudo está a energia.

No início da vida de um bebê, a energia está inteiramente voltada para o seu crescimento físico, crescimento este que é próximo-distal (do interno para o externo) e céfalo-caudal (da cabeça em direção aos pés). O desenvolvimento físico, que jamais pode ser visto em separado do desenvolvimento psíquico, do social ou do cognitivo, direciona a energia para pontos no corpo que, sucessivamente, carregam-se, encontram-se com as respectivas funções vitais, assumem componentes afetivos e finalmente podem se descarregar.

Basta lembrar as relações descritas por Freud (1987) entre as funções vitais, o caminho da erogeneidade e o desenvolvimento da sexualidade: amamentação, boca e prazer no chuchar; controle esfincteriano, esfínceres anal e vesical e prazer na retenção e no controle da urina e das fezes; genitalidade, órgãos sexuais, descoberta das particularidades sexuais anatômica, prazer na masturbação e, mais tarde, na relação genital.

Baker (1980) acrescentou, com base em Reich, os olhos como outra zona erógena a ser considerada no corpo. A eles correspondem outra função vital – o contato – e este contato pode ser prazeroso, além de ter o sentido de, por assim dizer, humanizar o organismo. Passando pelos olhos, boca, esfíncteres e genitais, o fluxo energético tem a função de integrar o corpo ao mundo, tal seu movimento descendente. Como não somos somente corpo, mas também psiquismo, nesse caminho, a energia integra as funções do contato e comunicação, da independência, da autonomia e produtividade, da identidade e também as direciona ao mundo.

O contato abrange não apenas a visão, mas todos os demais sentidos com os quais podemos interagir com o mundo. No processo de adaptação da espécie, a visão (GERRIG e ZIMBARDO, 2005, p. 123 e 124) “[…] proporciona a consciência de mudanças em características do ambiente físico de uma forma a adaptar o seu comportamento conforme essas mudanças”. Os olhos compreendem o mundo ao seu redor e comunicam os sentimentos. Como sentidos complementares entre si, visão e audição trabalham muitas vezes em conjunto: os olhos podem voltar-se àquilo que primeiramente é ouvido. Da mesma forma, olfato, paladar e tato têm seu valor na sobrevivência da espécie e são igualmente responsáveis pela integração do ser humano ao mundo.

Todos os sentidos, funcionando isoladamente ou em conjunto, guardam em si o potencial para a comunicação, na medida em que viabilizam o contato entre o que está fora e o que está dentro do organismo. Essa comunicação é imprescindível também do ponto de vista emocional. O isolamento sensorial pode provocar danos até mesmo irreparáveis à capacidade de contato com o mundo. Baker ressalta (1980, p. 45): “Um contato completo é vital ao desenvolvimento em geral, na medida em que promove a sensação de aceitação e de bem-estar, encorajando a expansão e a busca no meio ambiente”.

De acordo com as Etapas do Desenvolvimento segundo a Psicologia Corporal, denominamos a etapa em que se evidencia o contato e a comunicação de “Sustentação” (VOLPI; VOLPI, 2008, p. 130). Refere-se ao desenvolvimento desde o período intrauterino, quando, pouco a pouco, os órgãos dos sentidos vão se formando, a partir do ectoderma. O contato, primeiramente com o útero e posteriormente com as figuras humanas de referência é indispensável ao desenvolvimento emocionalmente saudável do ser humano, à sua sobrevivência emocional, tanto quanto o organismo é equipado com sentidos que são também responsáveis por sua sobrevivência biológica.

A etapa seguinte, de “Incorporação” (VOLPI; VOLPI, 2008, p. 133), é responsável pela possibilidade da independência. A vivência da plena dependência no momento da amamentação, do vínculo com a figura que exerce a função materna, e até mesmo da simbiose que temporariamente une bebê e mãe em uma única célula narcísica é necessária à construção da noção primitiva de não-eu e de eu. Ao experimentar a satisfação da necessidade vital de alimentação, de início, o bebê desconhece de onde provém tal satisfação. Apenas registra a experiência de equilíbrio homeostático por ser suprido e, ao mesmo tempo, o prazer em ser aconchegado no colo. Pouco a pouco, a alimentação do bebê vai ganhando um ritmo, que deve ser a combinação da realidade externa, representada pela figura materna e as necessidades naturais da criança. Com isso, constrói-se outro lado da experiência, que é o da insatisfação, e que a Psicanálise chamou de princípio da realidade. Pouco a pouco, o bebê constrói uma memória muito rudimentar, composta por estes dois tipos de experiência: prazer e desprazer. Essa memória é de fundamental importância para o crescimento da consciência da separação entre bebê e meio, não-eu e eu. Na medida em que reconhece que a satisfação ou a frustração provém do meio, o meio passa a existir na consciência da criança; e se o meio existe, o si mesmo também.

Paralelamente, o amadurecimento físico, que permite que se incluam na dieta do bebê alimentos mais pastosos, coloca em funcionamento uma capacidade mais refinada de digestão. Em outras palavras, o papel da amamentação perde naturalmente a sua força e o organismo humano passa a ter participação maior na digestão dos alimentos. Essa função equivale, a nível emocional, à possibilidade da independência, de sermos separados e reconhecermo-nos como seres únicos e responsáveis por nós mesmos.

Capaz de se perceber separado do outro, o ser humano entra na etapa de “Produção” (VOLPI; VOLPI, 2008, p. 135). Separado da figura materna e exercendo plenamente sua condição de independência inclusive por meio de novas aquisições físicas e cognitivas, que se traduzem na mobilidade e na memória – a qual torna possível a constância das figuras de referência –, é hora de alcançar a autonomia. O ritmo próprio, que num primeiro momento desta etapa diz respeito eminentemente ao controle esfincteriano, dá o compasso desse alcance. Estabelecem-se a consciência de si mesmo, dos limites a serem respeitados, e da dimensão dos desafios a serem aceitos na vida.

A satisfação e o orgulho de realização da criança ao poder controlar a eliminação das fezes e da urina é de fundamental importância para a manutenção do senso de si mesma e da concretização da perspectiva de autodomínio, inclusive sobre as próprias reações e expressões emocionais. Autodomínio, aliás, é um dos critérios de saúde propostos por Lowen (1986), nas formulações da teoria neorreichiana denominada Análise Bioenergética. Em conjunto com a autopercepção e a autoexpressão, alcança um importante patamar de realização nessa etapa do desenvolvimento, uma vez que seja mantida a espontaneidade e a criatividade própria do organismo humano.

A aquisição final do desenvolvimento é a identidade. A etapa é a de “Identificação” (VOLPI; VOLPI, 2008, p. 136). Inicia-se com a exploração do corpo, especificamente dos genitais, e com a descoberta das particularidades sexuais de meninos e meninas. Baker (1980, p. 50) assinala que esta etapa é marcada por “[…] um orgulho transitório pela descoberta do genital, que progride até se transformar numa apreciação completa das funções masculina ou feminina deste órgão”. Precisamente a diferença – “meninos têm pênis, meninas não têm…” – abre as portas à noção de gênero, sendo que a criança pode então se reconhecer como homem ou mulher, buscando compreender o papel social associado a cada um deles. É claro que para isso seja possível, nas meninas, é necessário que a energia prossiga seu caminho e vitalize a vulva e a vagina. Como órgãos especializados à descarga energética, conforme descrito por Reich (1995), o contato com os genitais é potencialmente prazeroso e a masturbação surge como alternativa para a vivência da sexualidade neste momento. Mais tarde, a masturbação dará lugar ao contato sexual entre parceiros, o que irá reforçar ainda mais a consciência do gênero e a identidade. Isso quer dizer que o primeiro contato com a genitalidade dá-se sob as circunstâncias de uma vivência autoerótica do desenvolvimento, satisfazendo-se no próprio corpo da criança.

Num segundo momento, ao se completar a maturação sexual e se concretizar a relação com um parceiro, a satisfação da sexualidade torna-se possível a partir do contato genital.

Tudo quanto compõem uma sexualidade eminentemente autoerótica, nas etapas pré-genitais (contato, nutrição, controle dos esfíncteres e a estimulação genital autoerótica) é tão importante para o funcionamento da sexualidade como um todo quanto a genitalidade que se alcança a partir da maturidade sexual, e pela qual se concretizam relações com parceiros, possibilitando a adequação do indivíduo à sua própria excitação sexual (PAPALIA; OLDS; FELDMAN, 2006) e a descarga orgástica plena (REICH, 1995).

Nessa etapa do ciclo vital, em que a sexualidade, já presente desde a infância sob variadas formas e domínios, aproxima-se da genitalidade, as satisfações parciais darão lugar à experiência sexual madura por meio da genitalidade.

A sexualidade genital encontra plena expressão quanto mais o amadurecimento psicológico e emocional acompanhar o amadurecimento fisiológico, tornando-se, então, mais que uma nova perspectiva, uma realidade na vida do indivíduo, altamente significativa na composição de sua identidade e na manutenção de sua saúde integral.

Na contemporaneidade, muitas vezes parte-se do pressuposto de que a sexualidade, e, por consequência, a noção de gênero, são integralmente determinadas pela cultura, pela sociedade. Sem dúvida, o aspecto social é um forte componente no desenvolvimento da sexualidade e da identificação com o gênero. No entanto, a Psicologia Corporal reconhece igualmente a inegável participação do corpo, e o poder que exerce um contato pleno ou deficitário com esta realidade concreta, no próprio corpo, sobre a composição das identidades sexual e de gênero. Segundo esta visão, corpo, sexualidade e gênero, traçam caminhos paralelos e também constantemente se entrelaçam, legando tons e matizes únicos para a experiência precoce e madura com a genitalidade.

Nas palavras de Baker (1980, p. 47), “O recém-nascido é capaz de regular seu próprio organismo segundo suas necessidades e só deve ser ensinado a não pôr sua vida em risco, a distinguir e a respeitar os direitos dos outros além dos seus”. Assim, ao longo do desenvolvimento e com base em processos energéticos, corpo, intelecto, emoção e psiquismo encontram os recursos necessários para promover a integração intrapessoal no indivíduo e deste com o ambiente em que vive, sendo que o caráter final de um indivíduo é determinado pela fixação da energia em uma ou mais etapas do desenvolvimento emocional.

As crianças nascem sem couraças, mas se tornam emocionalmente bloqueadas em sua bioenergia e em suas emoções porque são restritas por pais e educadores encouraçados que desenvolvem idéias errôneas sobre como a criança deveria ser ou fazer. Reich (1983, p. 75) sempre afirmou que “[…] quase toda mãe sabe profundamente o que a criança é e do que ela precisa, mas a maioria das mães segue teorias falsas e perigosas, de teóricos superficiais, em vez de ouvir seus próprios instintos naturais.” Por isso, é importante reconhecer a tempo erros e ideias equivocadas sobre a educação infantil e considerar que a cada nova geração é necessário um ajustamento das medidas educacionais, de modo que sejam mais condizentes com os ideais políticos, religiosos, morais e outros da época em que se vive, mas sempre levando em conta as necessidades das crianças.


REFERÊNCIAS 

BAKER, E. O Labirinto Humano. Causas do bloqueio da energia sexual. São Paulo: Summus, 1980.

FREUD, S. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. In: FREUD, S. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud, v. VII, 2ª ed. Rio de Janeiro: Imago, 1987. p. 118-216.

GERRIG, R.; ZIMBARDO, P. A Psicologia e a vida. Porto Alegre: Artmed, 2005.

LOWEN, A. Medo da vida: caminhos da realização pessoal pela vitória sobre o medo. São Paulo: Summus,1986.

PAPALIA, D. E.; OLDS, S. W.; FELDMAN, R. D. Desenvolvimento Humano. 8ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.

REICH, W. Children of the future. On the prevention of sexual pathology.1st ed. New York: Farrar, Straus Giroux, 1983.

REICH, W. Orgonomic functionalism. New York: Farrar, Strauss and Giroux, 1990.

REICH, W. A função do orgasmo. 19ª ed. reimp. São Paulo: Brasiliense, 1995.

REICH, W. Análise do caráter. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

VOLPI, J. H.; VOLPI, S. M. Crescer é uma aventura! Desenvolvimento emocional segundo a Psicologia Corporal. 2ª ed. Curitiba: Centro Reichiano, 2008.


AUTORES

José Henrique Volpi / Curitiba / PR / Brasil – CRP-08/3685 – Psicólogo, Analista Reichiano, Psicodramatista, Mestre em Psicologia da Saúde (UMESP), Doutor em Meio Ambiente e Desenvolvimento. Diretor do Centro Reichiano-Curitiba/PR.
E-mail: volpi@centroreichiano.com.br

Sandra Mara Volpi / Curitiba / PR / Brasil – CRP-08/5348 – Psicóloga, Especialista em Psicologia Clínica, Psicopedagogia, Psicoterapia Infantil, Psicologia Corporal e Análise Bioenergética (CBT). Mestre em Tecnologia. Diretora do Centro Reichiano. Curitiba/PR, Brasil.
E-mail: sandra@centroreichiano.com.br